Hospedagem Para Mochileiros em Munique na Alemanha

Munique sem Oktoberfest no bolso — e três hostels da a&o para resolver onde dormir.

a&o München Hauptbahnhof

Munique tem um problema de fama. Quando o mundo pensa na capital da Baviera, pensa imediatamente em canecas de litro, lederhosen e a Oktoberfest. É uma associação legítima — a festa existe desde 1810, dura dezesseis dias em setembro e outubro, e move mais de seis milhões de pessoas por ano para a Theresienwiese. Mas Munique é muito mais do que um festival de cerveja, e quem vai até lá só com esse objetivo passa pela frente de uma das cidades mais ricas, mais bonitas e mais bem organizadas da Europa sem de fato entrar.

A capital da Baviera tem palácios reais que rivalizam com Versalhes, um parque urbano maior que o Central Park de Nova York, museus de ciência e tecnologia entre os maiores do mundo, uma cervejaria fundada em 1589 que ainda produz para o Estado bávaro, um castelo de conto de fadas a noventa minutos de trem que é o palácio mais fotografado da Alemanha — e uma posição geográfica que transforma qualquer base em Munique no ponto de partida mais conveniente para os Alpes, a Áustria e o sul da Europa.

A a&o tem três unidades em Munique: o a&o München Hauptbahnhof, na Bayerstraße, 75, a 400 metros da estação central; o a&o München Hackerbrücke, na Arnulfstraße, 102, a uma parada de S-Bahn da estação central, com terraço panorâmico sobre os telhados da cidade; e o a&o München Laim, na Landsberger Straße, 338, no bairro de Laim a oeste do centro, perto do Palácio de Nymphenburg. Três opções, três perfis, todas com recepção vinte e quatro horas, bar, quartos com banheiro privativo e Wi-Fi gratuito — e todas substancialmente mais baratas do que qualquer hotel convencional nas proximidades.


Os Três Hostels: Entendendo Qual Faz Mais Sentido para Cada Perfil

O a&o München Hauptbahnhof foi aberto em 2005 e é o menor das três unidades — um hostel de atmosfera mais tranquila, com praticamente todos os quartos equipados com varanda privativa. Fica a 400 metros da Hauptbahnhof a pé, a cinco minutos de caminhada da Theresienwiese — o campo onde a Oktoberfest acontece — e a acesso direto a toda a rede de metrô, trem urbano (S-Bahn) e bonde (Tram) da cidade. No Hostelworld, a nota de localização é 8,0 com nota do staff em 9,0 — a maior das três unidades. Para quem chega de trem e quer resolver o acesso a tudo com eficiência máxima, é o endereço mais lógico.

O a&o München Hackerbrücke, na Arnulfstraße, está a 2,7 quilômetros do centro histórico — uma estação de S-Bahn da Hauptbahnhof — e tem o diferencial mais fotogênico da rede em Munique: um terraço no topo do edifício com vista panorâmica sobre os telhados da cidade e, em dias claros, os Alpes ao fundo. A nota de localização no Booking.com é 8,3 — a mais alta das três unidades. O hostel organiza eventos regulares no rooftop — mercado vintage, noites de música ao vivo — que criam um ambiente social que os outros dois não têm. Todos os quartos têm varanda ou banheira. Para quem valoriza a experiência social e a vista, é a escolha mais atraente.

O a&o München Laim é o mais recente, o mais barato e o mais afastado — seis quilômetros do centro, no bairro de Laim a oeste da cidade, com fácil acesso por S-Bahn e próximo ao Palácio de Nymphenburg. Para quem viaja em família com crianças menores, para grupos grandes que precisam de estacionamento ou para quem vai a Munique num roteiro de carro pelo sul da Alemanha, a localização tem lógica própria. O preço por noite é consistentemente o mais baixo das três unidades.

Todas as três unidades aceitam animais mediante taxa adicional por noite. Todas têm salas de reunião para grupos e viagens corporativas. Todas têm dormitórios femininos para mulheres que viajam sozinhas e preferem essa configuração.


A Marienplatz e o Centro Histórico: Por Onde Tudo Começa

A Marienplatz — a Praça de Maria — é o coração de Munique desde 1158, quando a cidade foi fundada pelo Duque Henrique, o Leão. O nome vem da coluna de Maria (Mariensäule) no centro da praça, erguida em 1638 para agradecer a proteção da cidade durante a Guerra dos Trinta Anos e a Peste Negra. É o ponto de partida natural de qualquer passeio pelo centro — e também o ponto de chegada de quase todas as linhas de metrô da cidade.

A Neues Rathaus — a Nova Prefeitura — ocupa o lado norte da praça com uma fachada neogótica de 1874 que domina o horizonte da Altstadt. No alto da torre, o famoso Glockenspiel — o carrilhão com bonecos mecânicos de tamanho real — encena diariamente episódios da história de Munique ao meio-dia e às 17h. O espetáculo dura doze minutos, e a Marienplatz enche completamente para assisti-lo. Subir à torre da Neues Rathaus — com elevador, ingresso acessível — dá uma das melhores vistas do centro histórico.

A Igreja de São Pedro (Peterskirche), a mais antiga paróquia de Munique, fica a duzentos metros da Marienplatz. Seus 306 degraus levam à plataforma de observação a 91 metros, de onde, em dias claros, enxerga-se os Alpes ao sul. O ingresso custa €5 para adultos. É uma das vistas mais clássicas de Munique e ainda relativamente pouco lotada comparada com outras plataformas de observação da cidade.


O Viktualienmarkt: O Mercado Que Alimenta Munique Há Dois Séculos

A duzentos metros da Marienplatz, o Viktualienmarkt funciona desde 1807 — um mercado de alimentos ao ar livre que originalmente foi transferido da Marienplatz para sua atual localização porque havia ficado grande demais para a praça principal. Hoje tem mais de cem bancas permanentes cobertas com frutas, verduras, flores, queijos, pães, mel da Baviera, salsichas, embutidos e especialidades regionais.

No centro do mercado fica um jardim de cerveja permanente (Biergarten) que funciona desde que o tempo permite, com mesas e bancos de madeira servidos por garçons de avental tradicional bávaro. A cerveja rotaciona entre as seis maiores cervejarias de Munique ao longo do ano — a cada temporada, uma cervejaria diferente tem a exclusividade do Viktualienmarkt Biergarten. É um dos mais democráticos e mais genuíno de toda a cidade: frequentado por trabalhadores do mercado, aposentados e turistas misturados nos mesmos bancos.

O Viktualienmarkt é também onde se encontram o Weißwurst mais fresco de Munique. A salsicha branca bávara — feita de carne de vitela e especiarias, cozida em água quente e servida com mostarda doce e pretzel — é a especialidade matinal da Baviera por excelência. Existe uma regra informal: o Weißwurst deve ser comido antes do meio-dia, porque é feito sem conservantes e a tradição diz que as salsichas não devem “ouvir o badalar do sino do meio-dia”. A técnica de comer é zuzeln — chupar a carne diretamente da pele sem cortar — que divide opiniões mas é tecnicamente o jeito correto.


A Residenz: O Maior Palácio Urbano da Alemanha

A Residenz München é o palácio dos Duques, Eleitores e Reis da Bavária, construído e expandido continuamente entre os séculos XIV e XIX até chegar ao complexo atual: o maior palácio urbano da Alemanha, com 130 salas abertas ao público distribuídas por dez conjuntos de aposentos históricos.

A Sala da Antiguidade (Antiquarium) — construída entre 1568 e 1571 — é o ambiente renascentista mais bem preservado ao norte dos Alpes: um salão de 69 metros de comprimento com abóbada decorada com 121 afrescos e uma coleção de bustos greco-romanos que os duques bávaros acumularam ao longo do século XVI. A escala e a riqueza decorativa do ambiente são difíceis de compreender numa fotografia e imediatas ao entrar.

O Tesouro Real (Schatzkammer) ao lado do palácio principal guarda joias, relicários e objetos de corte da casa Wittelsbach — a dinastia que governou a Baviera por mais de sete séculos. A coroa da rainha da Baviera, encomendada por Napoleão para a coroação em 1807, é uma das peças mais impressionantes da coleção.

O jardim da Residenz — o Hofgarten — é de acesso gratuito e conecta o palácio ao Englischer Garten por uma série de alamedas arborizadas que são um dos lugares mais agradáveis da cidade para caminhar numa manhã de primavera.


O Englischer Garten: O Parque Urbano Onde se Faz Surf no Centro da Cidade

O Englischer Garten — o Jardim Inglês — tem 3,7 quilômetros quadrados, o que o torna maior que o Central Park de Nova York e maior que o Hyde Park de Londres. É o maior parque urbano da Alemanha e um dos maiores do mundo — uma extensão de pradarias, bosques, lagos artificiais e caminhos que começa perto do centro histórico e segue para norte sem parar.

O parque foi criado em 1789, o mesmo ano da Revolução Francesa, por ordem do Eleitor Karl Theodor e com projeto do militar americano Benjamin Thompson — que nunca havia visto um jardim inglês e projetou o parque usando descrições em livros. O resultado é improvável e funciona: um espaço que combina formalidade britânica com informalidade bávara de um jeito que os muniquenses adotaram como parte da sua identidade.

O Eisbach — um canal artificial que atravessa a borda sul do parque — cria uma onda permanente gerada pela diferença de nível entre dois trechos do canal. Essa onda é surfada continuamente, todos os dias do ano, por surfistas muniquenses que esperam na fila na margem e têm em torno de um a dois minutos cada na água. A cena existe desde os anos 1970 e é uma das mais improvável de toda a Europa: surf a sessenta metros de um palácio barroco, no centro de uma cidade continental, com neve nos Alpes ao fundo em janeiro. O acesso para assistir é gratuito e fica no final da Prinzregentenstraße.

Dentro do parque está a Chinesischer Turm — uma torre pagode chinesa construída em 1789 que hoje ancora um dos maiores jardins de cerveja de Munique, com sete mil lugares ao ar livre. No verão, é frequentado pelos próprios moradores da cidade com seus piqueniques e suas crianças — um Biergarten que funciona como parque de convivência tanto quanto como bar.


A Hofbräuhaus: A Mais Famosa, a Mais Movimentada e a Mais Debatida

A Hofbräuhaus foi fundada em 1589 pelo Duque Guilherme V como a cervejaria da corte bávara — e durante séculos foi literalmente isso: uma operação de Estado que produzia cerveja para a família reinante e seus funcionários. Só em 1828 foi aberta ao público geral, e só em 1896 mudou para o endifício atual na Platzl, perto da Marienplatz.

A cervejaria tem capacidade para cerca de 3.500 pessoas nos diferentes salões e no jardim externo. A Schwemme — o salão principal no térreo, com as mesas longas de madeira, os bancos e as bandas tocando marchas e canções bávaras ao vivo — é o que a maioria das fotografias mostra e o que a maioria dos turistas experimenta. É barulhento, lotado no fim de semana, e a cerveja — a Hofbräu Original — é servida exclusivamente em canecas de litro (Maß) que custam em torno de €10 a €11.

Para quem prefere uma cervejaria com ambiente mais local e menos turístico, a Augustiner-Keller — fundada em 1328, a mais antiga cervejaria de Munique ainda em operação — fica na Arnulfstraße, perto do a&o Hackerbrücke, com um jardim de cerveja de quatro mil lugares sob castanheiras centenárias. A Augustiner é consistentemente apontada pelos próprios muniquenses como sua cerveja preferida — um consenso que não é habitual numa cidade com tantas opções.


O Deutsches Museum: O Maior Museu de Ciência e Tecnologia do Mundo

O Deutsches Museum ocupa uma ilha inteira no rio Isar — a Museumsinsel — a dez minutos a pé da Marienplatz. Com mais de 73 mil objetos em exposição e 80 departamentos cobrindo da mineração à astrofísica, da engenharia naval à tecnologia musical, é o maior museu de ciência e tecnologia do mundo por acervo.

O que o diferencia dos museus convencionais é a filosofia de exposição: os objetos não estão atrás de vidro para serem observados — estão ao alcance da mão, com demonstrações, réplicas funcionais e experimentos interativos em praticamente todas as áreas. É um museu que convida à exploração mais do que à contemplação. As crianças adoram; os adultos ficam mais tempo do que planejaram.

Algumas peças históricas específicas merecem menção: o primeiro avião de Wrights estilo Irmãos Wright — na verdade, uma réplica do Flyer de 1903 construída pelos próprios — coexiste com os primeiros motores de Otto e Diesel, um submarino da Segunda Guerra Mundial que é possível entrar, uma reconstrução de mina de carvão subterrânea percorrida a pé por trezentos metros de galerias, e o laboratório de Leibniz. O ingresso custa €15 para adultos.


O Palácio de Nymphenburg: A Residência de Verão dos Wittelsbach

A seis quilômetros do centro — a vinte minutos de bonde da Hauptbahnhof — o Palácio de Nymphenburg foi construído a partir de 1664 como residência de verão do Eleitor Fernando Maria da Baviera. Foi o local de nascimento de Luís II da Baviera, o rei que mandou construir o castelo de Neuschwanstein, em 1845.

A fachada principal tem 700 metros de extensão — maior que qualquer fachada de palácio em Munique. Os jardins e parques que se estendem atrás do palácio cobrem 200 hectares, com canais, cascatas, pavilhões de caça e o Jardim Botânico de Munique na borda norte.

O interior do palácio preserva salas de estado com afrescos de Johann Baptist Zimmermann e uma coleção que inclui a Galeria das Belezas — trinta e seis retratos de mulheres consideradas as mais belas da Baviera, encomendados pelo Rei Luís I no século XIX. Entre os retratos está Lola Montez, a dançarina irlandesa que se tornou a amante do rei e cuja influência política foi tão intensa que contribuiu para a Revolução de 1848 na Baviera.


Neuschwanstein: O Palácio de Conto de Fadas a Noventa Minutos

O Castelo de Neuschwanstein está a cerca de 90 quilômetros ao sul de Munique — uma hora e quarenta minutos de trem até Füssen, mais vinte minutos de ônibus ou quinze minutos a pé subindo a colina. É a excursão de um dia mais popular saindo de Munique, e merece a fama.

Foi encomendado pelo Rei Luís II da Baviera em 1869, construído sobre uma rocha no alto de uma colina dos Alpes bávaros, e serviu de inspiração para o Castelo da Bela Adormecida da Disney — Walt Disney visitou o castelo em 1954 e declarou que aquela seria a referência para o castelo do parque que planejava construir. Luís II habitou o castelo por menos de seis meses antes de ser declarado mentalmente inapto pelo governo bávaro e morrer em circunstâncias nunca completamente esclarecidas em 1886, um dia após ser detido.

A visita ao interior é feita por tours guiados com horário marcado, de 35 minutos cada. A vista mais famosa do castelo não é de dentro — é da Ponte Marienbrücke, a passarela de aço suspensa sobre o desfiladeiro a trezentos metros do castelo, que dá o ângulo de fachada que aparece em praticamente toda fotografia do lugar. A reserva de ingressos online com antecedência é fundamental nos meses de alta temporada.


O Olympiapark: Os Jogos de 1972 e a Torre que Ainda Existe

O Olympiapark foi construído para os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 — os primeiros realizados na Alemanha depois da guerra, projetados para mostrar um país diferente, moderno, democrático. A arquitetura do complexo — com o teto de acrílico translúcido sustentado por cabos de aço — foi revolucionária para a época e continua sendo visualmente impactante.

Os Jogos de 1972 ficaram tragicamente marcados pelo assassinato de onze atletas israelenses por um grupo terrorista palestino durante a segunda semana da competição — um episódio que ainda hoje define a memória histórica do evento, e cujo memorial dentro do parque é parte importante da visita.

A Olympiaturm — a torre olímpica de 290 metros — ainda funciona com plataforma de observação e restaurante giratório. O acesso ao parque é gratuito; a subida à torre tem ingresso. O BMW Welt — o museu e showroom da BMW, inaugurado em 2007 com uma arquitetura que parece mais instalação artística do que sede de empresa — fica ao lado do parque e tem entrada gratuita. O Museu BMW ao lado tem ingresso pago.


A Oktoberfest: O Que Saber Antes de Ir

A Oktoberfest acontece nos últimos quinze ou dezesseis dias de setembro e início de outubro — e apesar do nome, a maior parte do festival ocorre em setembro. A Theresienwiese é um campo a cinco minutos de caminhada do a&o Hauptbahnhof.

Durante o festival, Munique transforma-se de forma radical. Os preços de hospedagem triplicam ou quadruplicam. A cidade recebe mais de seis milhões de visitantes. As tendas das grandes cervejarias — Hofbräu, Augustiner, Paulaner, Löwenbräu, Hacker-Pschorr, Spaten — têm capacidade para seis a dez mil pessoas cada, com reservas de mesa esgotando meses antes para os fins de semana.

Alguns pontos práticos que muitos guias omitem: não existe um bilhete de entrada para a Theresienwiese — o campo é de acesso livre. Entrar nas tendas sem reserva de mesa é possível nos dias de semana pela manhã; nos fins de semana, é quase impossível após o meio-dia. O Hendl — frango assado no espeto — é tão característico da Oktoberfest quanto a cerveja, e muitos visitantes consideram a gastronomia tão importante quanto a bebida. A temperatura em setembro em Munique pode variar entre 10°C e 25°C no mesmo dia — traje típico bávaro (Dirndl para mulheres, Lederhosen para homens) ou roupas com camadas são a escolha prática.


Quando Ir e Como Chegar

A primavera — abril a junho — e o início do outono — setembro, antes ou durante a Oktoberfest, dependendo da preferência — são os melhores períodos. O verão é a alta temporada turística; o inverno tem os mercados de Natal que transformam a Marienplatz e a Karlsplatz em dezembro.

O Aeroporto Internacional de Munique (MUC) fica a 35 quilômetros do centro. A linha de S-Bahn S1 e S8 conecta o aeroporto à Hauptbahnhof em 40 minutos, com frequência de dez em dez minutos. Da Hauptbahnhof, todos os três hostels da a&o são acessíveis em menos de quinze minutos — a pé, de metrô ou de S-Bahn.

O sistema de transporte público de Munique (MVV) é um dos mais completos da Alemanha — metrô (U-Bahn), trem urbano (S-Bahn), bonde (Tram) e ônibus cobrem toda a cidade com bilhete unificado. A IsarCard, o passe diário ou semanal, é o instrumento mais econômico para quem vai usar transporte com frequência. O MVV inclui o aeroporto no sistema de zonas, o que significa que o traslado do aeroporto é parte da mesma rede de transporte urbano — sem custo de transporte especial.


Munique é uma das cidades da Europa que mais justifica o tempo investido. Não porque seja perfeita — é cara, pode ser intensa na alta temporada e tem o peso histórico dos anos 1920 e 1930 presente em cada guia decente da cidade. Mas porque entrega uma variedade de experiências que poucas cidades europeias têm na mesma densidade: arte, gastronomia, natureza, arquitetura, cerveja e Alpes ao fundo. Os três hostels da a&o resolvem o acesso a essa Munique sem que o custo da cama determine o que sobra para aproveitá-la.

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