30 Cidades Européias Onde a a&o Hotels & Hostels Está Presente

Viajar pela Europa com orçamento controlado exige planejamento. Não o tipo de planejamento que tira o prazer da viagem, mas aquele que transforma a hospedagem em ferramenta e libera o dinheiro para o que importa de verdade — comer bem, entrar nos museus certos, tomar o café na praça principal, subir nas torres, perder-se nos mercados. A rede a&o Hotels and Hostels nasceu exatamente dessa lógica: estar no lugar certo, cobrar pouco e garantir o mínimo necessário para uma boa noite de sono no coração de cada cidade.

a&o Frankfurt Ostend

São mais de 43 propriedades em 30 cidades, distribuídas por dez países europeus. Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Hungria, Itália, Países Baixos, Polônia, Reino Unido e República Tcheca. Uma cobertura que permite traçar rotas de interrail ou de viagem rodoviária pelo continente sem precisar pesquisar novo hostel em cada destino — o que por si só já vale tempo e energia.

O que une todas essas propriedades é uma filosofia comum: localização central, banheiro privativo no quarto como padrão, Wi-Fi em todos os ambientes e preço que começa em torno de 12 euros por noite em dormitório. É uma proposta simples. E quando funciona, funciona muito bem.


Alemanha: O Coração da Rede

A Alemanha é onde a a&o nasceu e onde tem presença mais capilarizada. São catorze destinos — de Berlim a Weimar, passando por Hamburg, Munich, Cologne, Frankfurt, Dresden, Leipzig, Dortmund, Dusseldorf, Stuttgart, Nuremberg, Bremen e Aachen.

Berlim merece atenção especial. A cidade tem quatro unidades da rede: a&o Berlin Mitte, a&o Berlin Kolumbus, a&o Berlin Hauptbahnhof e a&o Berlin Friedrichshain — cada uma em um bairro com personalidade distinta. O Mitte é o centro histórico, com o Museu da Ilha, a Unter den Linden e o Portão de Brandemburgo. O Friedrichshain é o bairro mais alternativo e jovem, com a East Side Gallery logo ali, galeria permanente a céu aberto pintada sobre o que restou do Muro. A&o Berlin Hauptbahnhof ficou completamente reformado em 2019 e é conhecido pelo rooftop bar com vista panorâmica sobre a metrópole. Berlim sem hostel bom é Berlim pela metade — e ter quatro opções na mesma cidade dá flexibilidade real de escolha.

Hamburgo tem quatro unidades também: City, Hammer Kirche, Hauptbahnhof e Reeperbahn. A última é a mais curiosa. A Reeperbahn é a rua mais famosa do bairro St. Pauli — histórica, agitada, com vida noturna intensa. Ficar no a&o Hamburg Reeperbahn é escolher o epicentro dessa energia. Para quem vai a Hamburgo em busca de música ao vivo, bares e o lado mais irreverente da cidade, essa unidade faz todo sentido.

Munique tem três unidades: Hackerbrücke, Hauptbahnhof e Laim. O Hauptbahnhof, como o nome já diz, fica perto da estação central. No período da Oktoberfest, Munique é uma das cidades mais caras da Europa para se hospedar — e ter uma opção da a&o em localização central transforma uma viagem proibitiva em algo acessível.

Colônia tem três propriedades, sendo o a&o Köln Dom — a mais próxima da catedral gótica que domina a cidade — o endereço mais bem situado. Frankfurt tem duas unidades e é um destino frequente tanto para turismo quanto para negócios, com o aeroporto mais movimentado da Alemanha e acesso rápido ao centro financeiro europeu. Dresden e Leipzig são destinos do leste alemão com arquitetura impressionante e museus de primeira. Stuttgart, Nuremberg, Bremen, Dortmund, Dusseldorf e Aachen completam uma cobertura que permite cruzar a Alemanha de ponta a ponta sem trocar de rede.


Áustria: Viena, Salzburgo e Graz

A Áustria tem três destinos na rede — e os três entregam realidades muito diferentes.

Viena tem duas unidades: a&o Wien Hauptbahnhof e a&o Wien Stadthalle. A capital austríaca é uma das cidades mais visitadas da Europa central, com uma densidade de museus, palácios, óperas e cafés históricos que raramente é igualada. O a&o Wien Hauptbahnhof fica a poucos metros da estação central reformada — uma das mais modernas da Europa — e tem um SkyBar no cobertura com vista sobre a cidade. É a Viena acessível, sem renunciar à posição.

Salzburgo é a cidade de Mozart, dos festivais de música clássica e das montanhas dos Alpes como pano de fundo. A unidade a&o Salzburg Hauptbahnhof fica perto da estação central, com acesso fácil ao centro histórico e à fortaleza Hohensalzburg, que domina a cidade de cima. Para quem está fazendo uma rota de trem pela Áustria, Salzburgo como parada obrigatória fica muito mais viável com uma boa base econômica.

Graz, a segunda maior cidade austríaca, é muito menos conhecida pelos turistas brasileiros do que deveria. O centro histórico é Patrimônio Mundial da Unesco, a culinária é excelente e os preços são menores do que Viena. O a&o Graz Hauptbahnhof coloca o viajante a minutos do casco histórico.


Itália: Florença, Milão e Veneza

A Itália está entre os destinos mais caros da Europa para se hospedar. Ter opções da a&o em três das cidades mais visitadas do país é uma vantagem real.

Florença tem o a&o Firenze Campo di Marte, localizado ao lado da estação de trem de mesmo nome — dois quilômetros e meio do centro histórico, com trens frequentes até a estação Santa Maria Novella, no coração da cidade. Florença tem o Uffizi, o Duomo, o David de Michelangelo, as ruas medievais do Oltrarno. Ter uma base econômica funcional para explorar tudo isso sem gastar fortunas em hospedagem é exatamente o papel que o a&o cumpre aqui.

Veneza tem o a&o Venezia Mestre — e é importante entender a lógica dessa localização antes de reservar. Mestre é o município continental de Veneza, a oito minutos de trem da ilha propriamente dita. Ficar em Veneza insulare (a cidade sobre a água) tem um custo multiplicado — o a&o em Mestre resolve isso com inteligência. Você dorme no continente, paga preço de hostel, acorda e em onze minutos está em Santa Lúcia, no coração da cidade. Para quem vai a Veneza sem disposição de gastar o equivalente a uma passagem aérea em um único quarto de hotel, essa equação funciona muito bem.

Milão tem o a&o Milano Ca Granda, no norte da Itália, porta de entrada do país para viajantes vindos da Suíça e da França. Milão é moda, design, o Duomo, a pinacoteca di Brera, o Last Supper de Leonardo. Também é cara — e o a&o entrega uma alternativa funcional em uma cidade onde o custo de vida turístico é elevado.


Leste Europeu: Budapeste, Praga e Varsóvia

Três destinos que estão no roteiro de qualquer viajante que cruza a Europa central — e que têm em comum o fato de serem cidades com custo de vida mais baixo que o Europa Ocidental, o que torna o a&o ainda mais competitivo.

Budapeste é uma das cidades mais bonitas do continente. O Danúbio divide Buda e Peste, as termas são acessíveis, a arquitetura da virada do século é impressionante e a gastronomia húngara tem personalidade própria. O a&o Budapest City fica bem localizado e tem nota 8,1 no Hostelz com mais de 21.000 avaliações verificadas. Para quem está fazendo um interrail por Viena, Budapeste e Praga, ter a rede a&o nos três destinos elimina uma camada de pesquisa e incerteza.

Praga — com o a&o Praha Rhea — é talvez a cidade mais visualmente densa desta lista. O centro histórico é um labirinto de arquitetura gótica, barroca e art nouveau que parece construído especificamente para ser fotografado. A Ponte Carlos, o Castelo de Praga, a Praça da Cidade Velha com o relógio astronômico. Praga absorve dias de visita sem nunca parecer repetitiva.

Varsóvia tem o a&o Warszawa Wola, no distrito de Wola — a área que se tornou o coração financeiro e tecnológico da capital polonesa, com acesso fácil ao metrô e à Estação Centralna. Com 608 camas, é uma das maiores unidades da rede na Europa, e atende desde mochileiros solo até famílias e grupos.


Benelux: Antuérpia, Bruxelas e Roterdã

A Bélgica e os Países Baixos têm a a&o em três cidades.

Antuérpia — com o a&o Antwerpen Centraal, literalmente na estação central que é considerada uma das mais belas da Europa — é a capital da moda belga, com um porto histórico, museus de arte flamenga e uma cena gastronômica que vai muito além das batatas fritas e do chocolate. A estação em si já vale uma visita. Ficar com um hostel dentro dela é um detalhe que qualquer viajante de trem vai apreciar.

Bruxelas tem o a&o Brussel Centrum, na capital da União Europeia, da Grand Place, dos museus de quadrinhos e da cerveja belga em variedade infinita. É uma cidade que se descobre andando, bairro por bairro, e a localização central do hostel facilita exatamente esse tipo de exploração.

Roterdã tem o a&o Rotterdam City, a zero virgula sete quilômetros do centro — a cidade mais contemporânea da Holanda, com uma arquitetura que vai exatamente na direção oposta à Amsterdam histórica, reconstruída do zero depois da Segunda Guerra e hoje um laboratório de urbanismo moderno.


Escandinávia: Copenhague no Radar

Copenhague tem duas unidades — a&o København Nørrebro e a&o København Sydhavn. A Dinamarca é um dos países mais caros da Europa, e a capital dinamarquesa não faz por menos: hospedagem, alimentação e transporte têm preços que assustam. Ter uma base na a&o não resolve todos os custos da cidade, mas reduz significativamente a principal despesa de qualquer viagem. Nørrebro é um bairro vibrante e multicultural, muito diferente do centro turístico, e vale ser explorado por conta própria.


Reino Unido: Londres, Edimburgo, Manchester e Brighton

Quatro destinos britânicos — e todos em posições que fazem sentido.

Londres tem o a&o London Docklands Riverside, com uma proposta que a própria rede destacou recentemente: shuttleboat pelo Tâmisa. Docklands é uma área regenerada, diferente do West End turístico, com o Canary Wharf, o Museu de Londres em Docklands e uma vista do rio que não aparece nos cartões postais mas impressiona da mesma forma.

Edimburgo tem o a&o Edinburgh City, a única unidade da rede na Escócia — e uma das poucas nessa faixa de preço nessa cidade que é cara. O Castelo de Edimburgo, o bairro histórico de Old Town, o Royal Mile, a Arthur’s Seat. Edimburgo em agosto, com o Festival Fringe, é uma das experiências mais intensas que a Europa oferece.

Manchester é a mais nova adição britânica — “o coração criativo do Norte”, como a própria a&o descreve, com sua cena musical (Oasis, The Smiths, Joy Division nasceram aqui), parques, pubs históricos e uma cultura pop que a cidade não esconde de ninguém.

Brighton tem o a&o Brighton Beach — com praia de pedrinhas, o pier vitoriano, a Royal Pavilion excêntrica e um clima de cidade costeira que é diferente de tudo o que o sul da Inglaterra normalmente oferece.


Weimar: A Surpresa da Lista

Entre todos os destinos da rede, Weimar é provavelmente o menos conhecido pelos viajantes brasileiros — e talvez o mais culturalmente denso por metro quadrado. Foi aqui que Goethe viveu e trabalhou por décadas. Foi aqui que a Bauhaus nasceu, em 1919, o movimento de design e arquitetura que ainda ressoa em tudo o que chamamos de design moderno. O a&o Weimar oferece uma base para explorar uma cidade que não aparece nos roteiros comuns, mas que merece estar em qualquer um.


Como Usar a Rede a Seu Favor

A maior vantagem de uma rede como a a&o para quem planeja rotas européias de médio ou longo prazo é a previsibilidade. Você sabe o que vai encontrar — um quarto funcional, Wi-Fi, banheiro privativo, localização central, recepção vinte e quatro horas. Não é luxo, mas é consistência.

Para rotas de trem como o Interrail ou o Eurail, a cobertura da rede por cidades com grandes estações ferroviárias (Hauptbahnhof em alemão, Field in Marte em Florença, Centraal em Antuérpia) transforma o planejamento em algo muito mais simples. Você sai do trem, caminha poucos minutos e já está na cama.

O a&o Club — programa de fidelidade gratuito da rede — oferece descontos de até 25% nas reservas. Para famílias, o desconto automático é de 20%. Crianças ficam gratuitamente no quarto dos pais. São detalhes que, somados, representam uma diferença real no custo total de uma viagem.

A Europa tem muito para oferecer. Trinta cidades, quarenta e três propriedades, um bilhete de trem e curiosidade para gastar. É o bastante para começar.

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