Guia Para Fazer Conexão de vôo no Aeroporto El Dorado em Bogotá

O Aeroporto Internacional El Dorado (BOG) é o maior aeroporto da Colômbia e, desde 2024, o mais movimentado da América Latina, com mais de 45 milhões de passageiros por ano. Para o viajante brasileiro, a importância vai além do volume: El Dorado é hub estratégico da Avianca (companhia bandeira colombiana e parceira da Star Alliance) e da LATAM, sendo provavelmente o aeroporto sul-americano em que mais brasileiros fazem conexão para destinos como Cartagena, San Andrés, Cidade do México, Cancún, Costa Rica, Panamá e várias cidades dos Estados Unidos.

Vídeo mostra um pouco das instalações do aeroporto

Apesar do tamanho e da movimentação, El Dorado é um aeroporto relativamente fácil de navegar quando se entende a lógica básica de funcionamento. O problema é que essa lógica não é óbvia para quem chega pela primeira vez, e algumas particularidades (especialmente a divisão entre Terminal 1 e Puente Aéreo) podem virar dor de cabeça em conexões apertadas.

O guia a seguir cobre tudo o que o passageiro comum precisa saber para fazer conexão tranquila no aeroporto, seja em vôo doméstico, internacional ou misto.

A estrutura básica do aeroporto

El Dorado tem dois terminais principais, e essa divisão é o ponto mais importante a entender antes de qualquer coisa.

Terminal 1 (T1) — Terminal Principal. É o terminal grande, moderno, onde acontece a maior parte das operações. Concentra praticamente todos os vôos internacionais e a maioria dos vôos domésticos. Fica dividido em portões internacionais (A e B) e portões domésticos (C e D). A maioria das companhias aéreas (Avianca, LATAM, Wingo, JetSmart, Satena, Clic, Copa, American, Delta, United, Air Canada, Iberia, Air France, KLM, Lufthansa, Turkish e outras) opera no T1.

Terminal 2 (Puente Aéreo). É um terminal menor, mais antigo, em prédio separado do T1. Historicamente operava como terminal exclusivo da Avianca para vôos domésticos (a “ponte aérea” Bogotá-Medellín-Cali era o nome de origem). Hoje opera com escala reduzida, e algumas operações foram transferidas para o T1, mas ainda recebe vôos específicos. Não tem conexão interna com o T1 — os terminais são prédios completamente separados, com vários quarteirões de distância entre eles.

A confusão clássica do passageiro brasileiro é desembarcar no T1 vindo de São Paulo e descobrir que o vôo de conexão para Cartagena sai do Puente Aéreo, ou vice-versa. Isso ainda acontece em alguns itinerários, então conferir o terminal do vôo seguinte é a primeira coisa a fazer.

Tipos de conexão e o que esperar em cada uma

A experiência da conexão muda completamente conforme o tipo de vôo de chegada e de partida. Existem quatro cenários principais.

Cenário 1: Conexão internacional para internacional

É o caso de quem chega de São Paulo, Madri ou Nova York e segue para Cidade do México, Cancún, Lima ou Buenos Aires sem entrar na Colômbia.

Tempo mínimo recomendado: 90 a 120 minutos.

Como funciona: o passageiro desembarca, segue as placas amarelas (sinalização específica para conexões implementada pelo aeroporto) e vai direto para a área de trânsito internacional. Não passa pela imigração colombiana. Faz o controle de segurança da conexão e segue para o portão de embarque do próximo vôo.

Bagagem: se a bagagem foi despachada até o destino final na origem (etiqueta sem “BOG”), o passageiro não precisa fazer nada com ela. Se a etiqueta tem “BOG”, precisa retirar na esteira, sair da área restrita, fazer novo check-in e despachar de novo, o que muda completamente a dinâmica e o tempo necessário.

Cenário 2: Conexão internacional para doméstica

É o caso mais comum para brasileiros: chegar de São Paulo, Rio ou Brasília e seguir para Cartagena, San Andrés, Medellín, Cali, Santa Marta ou outro destino interno na Colômbia.

Tempo mínimo recomendado: 2 horas e 30 minutos a 3 horas.

Como funciona: mesmo em conexão, o passageiro precisa passar pela imigração colombiana e pela alfândega antes do vôo doméstico. Isso porque, ao entrar em vôo doméstico colombiano, o passageiro é considerado dentro do país. Os passos são:

  1. Desembarque no T1, área internacional
  2. Imigração colombiana (carimbo de entrada no passaporte)
  3. Retirada da bagagem na esteira
  4. Alfândega (passagem pelo raio-X com a bagagem)
  5. Saída para a área pública
  6. Novo check-in da bagagem na companhia do vôo doméstico
  7. Controle de segurança doméstico
  8. Embarque no portão C ou D (T1) ou no Puente Aéreo, conforme a companhia

Esse processo todo, em horários de pico, pode levar mais de 2 horas, especialmente se a imigração estiver com filas longas. Por isso a recomendação de manter pelo menos 2h30 de conexão para esse cenário.

Cenário 3: Conexão doméstica para internacional

É o caso de quem chega de Cartagena, Medellín ou Cali e embarca em vôo para São Paulo, Miami, Madri ou outros destinos internacionais.

Tempo mínimo recomendado: 90 a 120 minutos.

Como funciona: o passageiro desembarca no T1 (área doméstica) ou no Puente Aéreo. Se chegou no Puente Aéreo, precisa pegar o shuttle gratuito até o T1. Já com bagagem despachada até o destino internacional, segue direto para a área de embarque internacional, passa pela imigração colombiana (carimbo de saída), controle de segurança internacional e portão de embarque (A ou B).

Atenção crítica: se a bagagem foi despachada apenas até Bogotá (etiqueta com “BOG”), precisa retirar, sair, fazer novo check-in internacional e despachar. Isso muda tudo.

Cenário 4: Conexão doméstica para doméstica

Caso de quem chega de Medellín e segue para Cartagena, por exemplo.

Tempo mínimo recomendado: 60 a 90 minutos.

Como funciona: geralmente o processo mais simples. Sem imigração, sem alfândega. O passageiro só precisa confirmar se chegada e partida são no mesmo terminal. Se for, segue direto. Se não for (raro, mas acontece), usa o shuttle entre T1 e Puente Aéreo.

Tempo de deslocamento entre os terminais T1 e Puente Aéreo

Esse é o ponto crítico para conexões apertadas. A distância entre os dois terminais é de aproximadamente 1 quilômetro em linha reta, mas o trajeto real é mais longo por causa da disposição dos prédios.

Shuttle gratuito do aeroporto. O serviço oficial conecta T1 e Puente Aéreo, opera das 5h às 23h, todos os dias, com intervalos de 20 minutos entre saídas. Tem rampa de acesso para pessoas com mobilidade reduzida. O ponto de embarque é claramente sinalizado em ambos os terminais.

Tempo total realista do deslocamento entre terminais:

  • Espera pelo shuttle: até 20 minutos
  • Tempo de viagem: 8 a 12 minutos
  • Caminhada entre o ponto de parada e a entrada do terminal: 5 a 10 minutos
  • Total: 25 a 45 minutos

Essa variação importa muito. Em conexão apertada, perder um shuttle significa esperar o próximo, e isso pode comprometer o vôo.

Táxi entre terminais. Existe a opção de pegar táxi entre T1 e Puente Aéreo. Custa entre COP 15.000 e COP 25.000 (aproximadamente USD 4 a USD 6) e leva 5 a 10 minutos dependendo do tráfego. Útil em emergências ou quando o shuttle não está operando.

Caminhada. Tecnicamente possível mas não recomendada. O percurso é longo, totalmente externo, com travessia de avenidas, e vai exigir entre 20 e 30 minutos a pé carregando bagagem.

Distâncias dentro do Terminal 1

Dentro do T1, as distâncias internas são pequenas comparadas a aeroportos como Atlanta, Frankfurt ou Istambul. O aeroporto divulga oficialmente os tempos médios de caminhada:

TrajetoTempo médio de caminhada
Check-in até portão internacional A1 a 6 minutos
Check-in até portão internacional B1 a 6 minutos
Check-in até portão doméstico C1 a 8 minutos
Check-in até portão doméstico D4 a 13 minutos
Controle de segurança até portão A2 a 14 minutos
Controle de segurança até portão B1 a 9 minutos
Controle de segurança até portão C2 a 9 minutos
Controle de segurança até portão D3 a 7 minutos

A estrutura é linear e bem sinalizada, então mesmo passageiros que chegam pela primeira vez conseguem se localizar sem grande dificuldade.

A dúvida fundamental: minha bagagem vai direto?

A pergunta sobre o destino da bagagem define todo o resto da experiência da conexão. O passageiro precisa olhar a etiqueta da bagagem entregue no balcão de check-in da origem.

Se a etiqueta mostra o código IATA do destino final (CTG para Cartagena, MDE para Medellín, MEX para Cidade do México, MIA para Miami), a bagagem segue direto e o passageiro não precisa retirá-la em Bogotá.

Se a etiqueta mostra BOG (código do El Dorado) ou se o atendente disse explicitamente que a bagagem precisa ser retirada na conexão, então será obrigatório:

  1. Retirar a mala na esteira de Bogotá
  2. Passar pela alfândega
  3. Sair para a área pública
  4. Fazer novo check-in com a companhia do segundo vôo
  5. Despachar a bagagem novamente

Esse processo adicional consome no mínimo 45 minutos a 1 hora extra, e por isso impacta tanto o tempo mínimo de conexão recomendado.

Atenção especial para mudança de companhia aérea sem acordo de codeshare. Vôos comprados em emissões separadas (passagem 1: São Paulo-Bogotá; passagem 2: Bogotá-Cartagena) quase sempre exigem retirada e novo despacho, mesmo que ambos os vôos sejam da mesma companhia. Comprar tudo em uma única emissão (mesmo bilhete eletrônico) é a forma de garantir transferência automática da bagagem na maioria dos casos.

Imigração colombiana: o que esperar

Quem entra na Colômbia na conexão (cenário 2 acima) ou está de saída (cenário 3) precisa passar pela imigração. Existem duas formas principais.

Imigração tradicional. Atendimento em guichê com agente de Migración Colombia. O agente confere o passaporte, faz perguntas básicas (motivo da viagem, duração, endereço de hospedagem), carimba o passaporte e libera. Em horários de pico, a fila pode levar 30 a 90 minutos. Em horários tranquilos, 10 a 20 minutos.

Biomig (sistema biométrico). Sistema lançado pela Migración Colombia para agilizar o processo. Funciona pelo registro biométrico do íris do olho. Para colombianos, exige cadastro prévio no balcão 68 do segundo nível. Para estrangeiros saindo do país (acima de 14 anos), funciona automaticamente apenas com o passaporte, sem cadastro prévio. Reduz o tempo de imigração para menos de 1 minuto efetivo.

Para brasileiros, a entrada na Colômbia é simples: não exige visto para estadias turísticas de até 90 dias, basta passaporte válido. Algumas vezes o agente pede comprovante de hospedagem e passagem de saída do país, mas isso varia.

DoraBot e Dorado Pass. O aeroporto oferece assistente virtual baseado em IA (DoraBot) com informações em tempo real sobre vôos e serviços. O Dorado Pass é o aplicativo oficial que ajuda a planejar a chegada e o trânsito no aeroporto. Vale baixar antes da viagem.

Companhias aéreas e em qual terminal operam

A distribuição das companhias entre T1 e Puente Aéreo mudou nos últimos anos, com maior concentração no T1. Vale confirmar antes da viagem, mas a referência geral atual:

CompanhiaTerminal
Avianca (internacional)T1
Avianca (doméstico)T1 e Puente Aéreo (varia por vôo)
LATAMT1
WingoT1
JetSmartT1
SatenaT1
ClicT1
Copa AirlinesT1
American AirlinesT1
DeltaT1
UnitedT1
Air CanadaT1
IberiaT1
Air France / KLMT1
LufthansaT1
TurkishT1

Como a maioria das operações está no T1, a maior parte das conexões acontece dentro do mesmo prédio. A exceção principal são alguns vôos da Avianca para destinos como Medellín, Cali, Bucaramanga e Pereira que ainda saem do Puente Aéreo.

Tempo mínimo de conexão recomendado: tabela prática

Tipo de ConexãoMesma cia / mesma emissãoCias diferentes / emissões separadas
Internacional para Internacional90 minutos2 a 3 horas
Internacional para Doméstica2h303h30 a 4h
Doméstica para Internacional90 minutos2h30 a 3h
Doméstica para Doméstica (mesmo terminal)60 minutos90 minutos
Doméstica para Doméstica (T1 ↔ Puente Aéreo)90 minutos2 horas

Esses tempos são realistas, considerando filas em horário de pico, possíveis atrasos do vôo de chegada e o deslocamento real dentro do aeroporto. Companhias como Avianca e LATAM oferecem garantia de reproteção em conexões oficialmente reconhecidas (mesma emissão), mas isso não significa que vale a pena arriscar conexões muito apertadas.

Segurança no aeroporto

El Dorado é considerado um dos aeroportos mais seguros da América Latina, com presença ostensiva de Polícia Aeroportuária, sistema de câmeras moderno e processos rigorosos de controle. Isso não significa ausência total de riscos, e algumas precauções valem.

Cuidado com golpes e abordagens estranhas. O próprio aeroporto avisa: serviços tecnológicos oferecidos no terminal são gratuitos, então qualquer pessoa pedindo pagamento por orientações, uso de Wi-Fi ou ajuda com check-in deve ser ignorada.

Cuidado com bagagens em áreas públicas. Não deixe malas sem supervisão em hipótese alguma. Furtos oportunistas em áreas de check-in e desembarque acontecem, especialmente em horários de pico.

Atenção em terminais públicos do Wi-Fi. Use VPN para acessar contas bancárias ou e-mails sensíveis em redes abertas do aeroporto.

Câmbio e ATMs. Use ATMs dentro do terminal (áreas restritas pós-segurança são as mais seguras). Evite trocar grandes quantias em casas de câmbio do aeroporto, onde as taxas costumam ser piores. Em estadia rápida de conexão, os Pesos colombianos disponíveis em ATMs do próprio aeroporto resolvem qualquer necessidade.

Cuidado especial com pertences durante a imigração. Em filas longas, é fácil distrair-se com o passaporte e celular na mão e perder de vista a mochila ou bolsa. Manter contato físico constante com a bagagem de mão é a regra.

Táxis fora do aeroporto. Para quem precisa sair do aeroporto entre conexões longas, sempre usar táxis oficiais com balcão dentro do terminal ou aplicativos como Uber, Cabify ou DiDi. Nunca aceitar carona de pessoas que abordam dentro do aeroporto.

Conexões longas: vale a pena sair do aeroporto?

Conexões com 6 horas ou mais permitem considerar sair do aeroporto para conhecer Bogotá. Algumas considerações práticas.

Distância até o centro. El Dorado fica a aproximadamente 15 quilômetros do centro de Bogotá. Em trânsito normal, o trajeto leva 25 a 35 minutos. Em horário de pico, pode chegar facilmente a 1 hora ou mais. Isso significa que conexões de 6 horas ainda são justas para fazer um passeio rápido.

Conexões de 8 a 12 horas já permitem visitar pontos como La CandelariaMuseu do OuroMonserrate ou Usaquén com tranquilidade. Existe inclusive a operadora Vango Tours, com balcão no aeroporto, que oferece tours específicos para conexões longas, com retorno garantido em tempo de embarcar o próximo vôo.

Cuidado com a imigração. Sair do aeroporto significa entrar formalmente na Colômbia, com carimbo de entrada. Na volta, novo carimbo de saída. Brasileiros não precisam de visto, então o processo é simples, mas vale lembrar de manter o passaporte e o cartão de embarque do vôo seguinte sempre acessíveis.

Cuidado com a altitude. Bogotá está a 2.640 metros, e quem chega do nível do mar pode sentir efeitos do mal de altura mesmo em algumas horas (cansaço, dor de cabeça leve, falta de ar em esforços moderados). Não é grave, mas pode atrapalhar. Beber bastante água e evitar atividades intensas ajuda.

Bagagem despachada. Só vale sair do aeroporto se a bagagem estiver despachada até o destino final. Sair com bagagem ou ter que retirá-la para sair complica enormemente a logística.

Estrutura do aeroporto durante a espera

El Dorado tem boa infraestrutura para passageiros em conexão.

Salas VIP. Várias opções, incluindo Avianca Sala VIPAmerican Express Centurion LoungeLATAM VIP LoungeMastercard Black Lounge e outras. Acesso por status de programa de fidelidade, cartões premium ou compra avulsa (entre USD 30 e USD 60).

Restaurantes e cafés. Boa variedade nos dois terminais, com opções de gastronomia colombiana (Juan Valdez CaféCrepes & WafflesWokAndrés Carne de Res em versão aeroporto) e cadeias internacionais.

Lojas duty-free. Concentradas na área internacional do T1, com perfumes, eletrônicos, café colombiano premium e produtos típicos.

Wi-Fi gratuito. Disponível em toda a área pública e restrita do aeroporto. Conexão razoável.

Salas de descanso e cápsulas para dormir. Algumas opções pagas para conexões longas durante a madrugada.

Áreas para crianças. Pequenas áreas de recreação infantil em pontos específicos.

Dicas finais para uma conexão tranquila

Confira o terminal do vôo seguinte na véspera. Aplicativo da companhia ou e-mail de check-in geralmente informa. Se a informação não estiver clara, o site oficial do aeroporto (eldorado.aero) e o DoraBot resolvem.

Faça check-in online sempre que possível. Reduz tempo de fila para o vôo seguinte e libera tempo na conexão.

Tenha o passaporte sempre acessível. Mesmo em conexões internacionais sem entrada na Colômbia, o passaporte é solicitado em vários pontos.

Mantenha cópia digital da reserva e dos passaportes. No celular, no e-mail e em uma nuvem qualquer. Em caso de problemas com bagagem ou questionamento na imigração, ter acesso fácil aos documentos resolve várias situações.

Não confie em conexões muito apertadas mesmo na mesma emissão. A reproteção da companhia funciona, mas perder o vôo significa esperar horas ou até o dia seguinte para o próximo. Se o itinerário oferece opção mais folgada, vale priorizar.

Considere o jet lag e o cansaço. Após vôo longo, especialmente vindo da Europa ou de costas distantes, a percepção de tempo fica distorcida. Conexões que parecem confortáveis no papel podem virar desafio na prática quando o passageiro está exausto.

Use o app oficial do aeroporto. O Dorado Pass funciona como guia digital com mapas, informações de portões em tempo real e alertas de embarque.

Reserve sempre algum tempo para imprevistos. Atrasos de vôos de chegada, filas inesperadas na imigração, deslocamento maior que o previsto entre terminais. Quem chega no aeroporto com 30 minutos de folga em vez de uma hora é quem sofre quando algo dá errado.

El Dorado é um aeroporto bem operado, com sinalização clara (especialmente as placas amarelas que guiam todas as conexões), funcionários geralmente atenciosos e estrutura compatível com o volume que movimenta. Conhecendo a lógica básica de funcionamento e calibrando bem o tempo da conexão, a experiência costuma ser bem mais tranquila do que aeroportos de tamanho equivalente em outras capitais latino-americanas. Para quem viaja pela primeira vez à Colômbia ou faz conexão para o Caribe colombiano, América Central ou outros destinos, vale chegar com a informação certa para aproveitar o aeroporto sem sustos.

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