Ryanair, easyJet, Wizzair e Vueling: As Maiores Low Costs da Europa?
Guia prático sobre Ryanair, easyJet, Wizz Air e Vueling: quantos aviões e passageiros cada uma tem, como funcionam as regras de bagagem, onde voam, quais os cuidados na hora de comprar e qual delas faz mais sentido para cada tipo de viagem pela Europa.

Ryanair, easyJet, Wizz Air e Vueling: as maiores low costs da Europa?
Quem começa a montar um roteiro europeu descobre rápido uma coisa: o avião barato virou o transporte padrão do continente. Não é exagero. As companhias de baixo custo já respondem por mais da metade do mercado aéreo europeu, e quatro nomes aparecem em praticamente qualquer busca de passagem: Ryanair, easyJet, Wizz Air e Vueling.
A pergunta do título tem resposta parcial. Sim, três delas estão claramente no topo. A quarta, a Vueling, joga em outra divisão de tamanho, mas ocupa um espaço estratégico que nenhuma das outras cobre tão bem. Vale entender o desenho todo antes de clicar em “comprar”.
O tamanho real de cada uma
Números ajudam a colocar as coisas em perspectiva, e aqui eles são bem desiguais.
A Ryanair fechou o ano fiscal encerrado em março de 2025 com 202 milhões de passageiros transportados. Isso é mais do que easyJet e Wizz Air somadas. A frota passa de 600 aeronaves, todas Boeing 737, operando de 93 bases em 37 países, com mais de 3.500 vôos por dia e cerca de 230 aeroportos atendidos. A meta declarada pela empresa é chegar a 300 milhões de passageiros por ano até 2034. Para efeito de comparação, isso seria mais gente do que a população dos Estados Unidos embarcando em um único ano.
A easyJet vem em segundo lugar, com 93,4 milhões de passageiros no ano fiscal encerrado em setembro de 2025, contra 89,7 milhões no ano anterior. Opera cerca de 1.200 rotas em 37 países, com uma frota inteiramente Airbus, na casa dos 350 aviões, e quase 300 encomendas firmes na fila. A diferença de escala em relação à Ryanair é grande, mas a easyJet compensa em posicionamento: ela está em aeroportos principais, com destaque para Londres Gatwick, Milão Malpensa, Genebra, Amsterdã Schiphol e Paris Charles de Gaulle.
A Wizz Air aparece na terceira posição, com cerca de 64 milhões de passageiros no ano encerrado em março de 2025 e uma frota que gira em torno de 240 aeronaves Airbus, com mais de 270 pedidos firmes. É a mais jovem das três em idade média de frota, e também a mais agressiva em expansão. Analistas de mercado da CAPA já apontaram que, no ritmo atual de entregas, a Wizz pode passar a easyJet em número de aviões antes do fim da década.
A Vueling é o caso diferente. Ela pertence ao grupo IAG, o mesmo da British Airways, Iberia e Aer Lingus. A frota fica na faixa de 130 aeronaves Airbus e o volume anual de passageiros gira em torno de 30 a 35 milhões. Menor, portanto. Mas ela é dona de uma posição que vale muito: é a maior operadora de Barcelona El Prat, e tem presença forte em Madri, Bilbao, Sevilha, Palma de Maiorca, além de bases fora da Espanha, como Paris Orly e Roma Fiumicino.
Então, respondendo diretamente: as três maiores low costs europeias por passageiro são Ryanair, easyJet e Wizz Air, nessa ordem. A Vueling entra na conversa por relevância regional, não por tamanho absoluto. Ela disputa espaço com nomes como Jet2, Pegasus, Norwegian, Transavia e Volotea.
Por que essas empresas conseguem cobrar tão pouco
Existe uma lógica industrial por trás da tarifa de 19 euros, e ela não tem nada de mágica.
O primeiro pilar é a frota padronizada. A Ryanair só voa Boeing 737. A easyJet, a Wizz e a Vueling só voam Airbus da família A320. Um tipo único de avião significa peças iguais, manutenção igual, treinamento igual de pilotos e comissários. Cada modelo extra na frota criaria um custo administrativo que a companhia tradicional aceita e a low cost não.
O segundo é a utilização da aeronave. Um avião parado no chão não gera receita. As low costs trabalham com turnarounds curtíssimos, muitas vezes entre 25 e 30 minutos entre pousar e decolar de novo. Aquele embarque apressado, com a tripulação limpando a cabine no lugar de uma equipe de limpeza, existe por isso. O avião voa mais horas por dia do que o de uma companhia tradicional, e o custo fixo se dilui.
O terceiro é a densidade de assentos. Sem classe executiva, sem espaço extra, sem reclinação em boa parte dos casos. Cabem mais pessoas no mesmo tubo de alumínio.
O quarto é o modelo ponto a ponto. Elas não vendem conexão garantida. Voam de A para B e ponto final. Isso elimina toda a complexidade de bagagem em trânsito, remarcação por atraso de conexão e coordenação de horários. Também transfere o risco para o passageiro, e isso é algo que muita gente não percebe no momento da compra.
O quinto, e talvez o mais importante hoje, é a receita acessória. Bagagem, escolha de assento, prioridade de embarque, comida, seguro, carro alugado, hotel. Uma parcela enorme do faturamento vem daí, não da tarifa. A passagem barata é a isca. O que você faz depois dela é o negócio.
Ryanair: a máquina de eficiência
Voar Ryanair é uma experiência bastante específica. Não há nada de luxuoso, e a empresa nunca prometeu isso. O que ela entrega com consistência assustadora é preço baixo, pontualidade razoável e uma malha densa.
O ponto que mais gera reclamação é a política de bagagem. A franquia gratuita é bem restrita: uma peça pequena que caiba embaixo do assento à frente, nas dimensões aproximadas de 40 x 20 x 25 cm. Qualquer coisa maior que isso é paga. E a fiscalização no portão é rigorosa, com aqueles medidores metálicos onde a mala precisa entrar. Vi muita gente pagando taxa no balcão de embarque porque achou que a mochila passava. Não passa, se estiver estufada.
Outro ponto é o aeroporto. A Ryanair historicamente construiu o modelo em torno de aeroportos secundários, onde as taxas são menores. Alguns exemplos que confundem quem não conhece: Milão Bergamo fica a cerca de 50 km do centro de Milão. Paris Beauvais fica a uns 85 km de Paris. Frankfurt Hahn está a mais de 100 km de Frankfurt. Barcelona Girona e Barcelona Reus também estão longe da cidade. Estocolmo Skavsta, o mesmo caso.
Isso não invalida o vôo. Mas exige cálculo. Se o bilhete está 30 euros mais barato e o transfer custa 20 euros por pessoa em cada sentido, mais duas horas de estrada em cada ponta, a economia derrete. Faço essa conta sempre antes de fechar.
Vale registrar também que a empresa vem entrando em mais aeroportos principais nos últimos anos, e hoje opera em lugares como Dublin, Londres Stansted, Roma Fiumicino, Madri Barajas, Bruxelas Charleroi e Viena. A regra do “aeroporto no meio do nada” já não é universal.
Um detalhe operacional que economiza dor de cabeça: em vários países, a Ryanair cobra taxa se o check-in for feito no aeroporto. O check-in online abre com bastante antecedência e o cartão de embarque hoje é preferencialmente digital, no aplicativo. Fazer isso em casa, com wi-fi, é o caminho.
easyJet: o meio-termo mais confortável
A easyJet tem um perfil diferente e isso aparece na experiência. O CEO da companhia, Kenton Jarvis, já apontou que cerca de 70% dos vôos da empresa competem com companhias tradicionais, não com outras low costs. A estratégia explica bastante coisa.
Ela voa para aeroportos principais. Gatwick em Londres, Malpensa e Linate em Milão, Charles de Gaulle e Orly em Paris, Schiphol em Amsterdã, Genebra, Basileia, Nice, Lisboa, Porto, Barcelona, Madri. Isso significa transporte público decente na chegada, mais opções de horários e menos surpresa logística.
A franquia de bagagem de mão também é mais generosa. A peça pequena que vai embaixo do assento tem limite maior que na Ryanair, em torno de 45 x 36 x 20 cm, e o passageiro consegue levar uma mala de cabine de tamanho normal comprando um dos pacotes com prioridade. Para quem viaja com equipamento de trabalho, ou simplesmente odeia despachar, isso conta.
A easyJet ainda tem o braço easyJet holidays, que vende pacote de vôo mais hotel. É uma alternativa que às vezes sai mais barata que comprar separado, sobretudo em destinos de praia no Mediterrâneo, com a vantagem legal de proteção de pacote de viagem na Europa. Não é sempre vantajoso, mas vale checar.
O preço médio da easyJet costuma ser um pouco mais alto que o da Ryanair na mesma rota. Na minha leitura, a diferença normalmente se justifica quando o aeroporto é melhor localizado ou quando você precisa de horário mais conveniente.
Wizz Air: a mais barata da Europa Central e do Leste
A Wizz Air é húngara, com sede em Budapeste, e cresceu conectando a Europa Central e Oriental com o Ocidente. Se o seu roteiro passa por Budapeste, Bucareste, Sofia, Cracóvia, Katowice, Varsóvia, Vilnius, Riga, Tirana, Skopje, Belgrado ou Cluj, ela quase sempre aparece com as tarifas mais baixas.
A frota é jovem, com peso crescente de A321neo, e a companhia também opera A321XLR, um modelo de alcance maior que permite rotas mais longas do que o padrão europeu. Isso abriu vôos para o Golfo, para o Cáucaso e para a Ásia Central. Já vi tarifas de Budapeste para Abu Dhabi por valores que pareciam erro de sistema.
Duas particularidades merecem atenção. A primeira é a Wizz Discount Club, uma assinatura anual paga que reduz o valor das tarifas e das bagagens. Faz sentido para quem vai fazer vários vôos com eles no mesmo ano, e é dinheiro jogado fora para quem vai voar uma vez.
A segunda é a pontualidade. A Wizz teve períodos difíceis de regularidade operacional, em parte por causa dos problemas nos motores Pratt & Whitney GTF que afetaram dezenas de A320neo e A321neo da frota, com aeronaves paradas para inspeção. A situação vem melhorando, mas o histórico é motivo para não colocar conexões apertadas na mesma jornada.
Também vale dizer que a Wizz opera bastante em aeroportos secundários, e algumas cidades têm nomes enganosos no bilhete. Sempre confiro o código IATA antes de comprar.
Vueling: a carta na manga da Espanha
A Vueling é a que menos aparece nas listas de “maiores”, mas é a que resolve mais problemas em roteiro ibérico. Ela tem base principal em Barcelona e uma malha doméstica espanhola bem densa, ligando Barcelona a Madri, Bilbao, Sevilha, Málaga, Valência, Ilhas Canárias e Baleares.
Como pertence ao IAG, ela tem características que a distanciam do modelo ultra low cost puro. Aceita conexão com Iberia e British Airways em determinados itinerários, participa do programa de fidelidade do grupo e tem uma operação mais integrada em aeroportos principais. Isso significa menos armadilha e um pouco mais de rede de segurança quando algo dá errado.
A franquia de bagagem de mão da Vueling é uma das mais razoáveis entre as low costs. Na tarifa mais básica você leva uma peça pequena, mas as tarifas intermediárias liberam mala de cabine sem custo extra, e a diferença de preço entre elas costuma ser pequena.
O ponto fraco é a pontualidade em Barcelona nos meses de pico. El Prat fica congestionado no verão e a Vueling, sendo a maior operadora do aeroporto, absorve boa parte do atraso do sistema. Já peguei vôo com uma hora e meia de espera em julho, e não foi surpresa para ninguém no portão.
As pegadinhas que custam dinheiro
Aqui está a parte que realmente separa a viagem barata da viagem que pareceu barata.
Bagagem de mão. É a maior fonte de cobrança inesperada. A regra muda de companhia para companhia e às vezes muda de tarifa para tarifa dentro da mesma companhia. Antes de comprar, leia a dimensão exata em centímetros e o peso permitido. Depois, meça a sua mala em casa, com ela cheia. Rodinha e alça contam na medida.
Vale citar uma novidade importante: a União Europeia aprovou em 2025, no Parlamento Europeu, uma proposta que garante ao passageiro levar sem custo uma bagagem de mão pequena e um item pessoal, dentro de limites definidos de dimensão e peso. A medida ainda depende de negociação final entre Parlamento e Conselho para virar regra aplicável, então em 2026 o cenário segue em transição. Enquanto isso não se resolve, continue conferindo a política de cada companhia no ato da compra.
Assento. Se você não paga, o sistema aloca. E, nas low costs, ele frequentemente separa quem viajou junto. Não é teoria da conspiração, é incentivo comercial. Casal ou família viajando junto quase sempre acaba pagando alguma coisa. Se ficar sentado ao lado importa, o mais barato é comprar o assento básico logo, e não o pacote completo.
Nome no bilhete. Correção de nome nas low costs é caríssima, quando é permitida. Digite exatamente como está no passaporte. Sobrenome composto, nome do meio, tudo.
Cartão de embarque. Ryanair e Wizz cobram para emitir no aeroporto em vários países. Faça o check-in online dentro da janela permitida e baixe o cartão no celular antes de sair do hotel.
Moeda de cobrança. Ao pagar em real com cartão internacional, o site às vezes oferece conversão própria com câmbio ruim. Escolher a cobrança na moeda original do bilhete, normalmente euro, quase sempre sai melhor.
Vôo muito cedo ou muito tarde. Metade das tarifas absurdamente baixas está em horários que exigem táxi antes do metrô abrir ou hotel extra no aeroporto. Some esse custo antes de comemorar.
Conexão autoimposta. Se você compra dois vôos separados na mesma low cost e o primeiro atrasa, o segundo é problema seu. Nenhuma delas reacomoda de graça nesse cenário. Deixe folga generosa, e de preferência pernoite entre trechos críticos.
Seus direitos quando o vôo atrasa ou é cancelado
Isto é algo que pouca gente sabe e que compensa saber: o regulamento europeu EC 261/2004 se aplica a essas companhias, e ele é bem protetivo.
Em resumo prático, para vôos que partem de um aeroporto da União Europeia, ou que chegam à UE operados por companhia europeia, o passageiro pode ter direito a compensação financeira em caso de cancelamento sem aviso adequado ou atraso longo na chegada ao destino. Os valores de referência são de 250 euros para vôos de até 1.500 km, 400 euros para vôos intracomunitários acima de 1.500 km e demais entre 1.500 e 3.500 km, e 600 euros para os mais longos. O atraso normalmente precisa chegar a três horas ou mais na chegada.
Circunstâncias extraordinárias, como tempo severo, greve de controladores externos ao operador ou fechamento de espaço aéreo, afastam a compensação. Mas o dever de assistência permanece: reacomodação, alimentação e hospedagem quando cabível.
Além disso, você tem direito à escolha entre reembolso integral ou reacomodação em caso de cancelamento. As low costs não oferecem isso de bandeja. Você precisa pedir, e às vezes insistir. Guarde cartão de embarque, prints do painel de vôos e qualquer comunicação da companhia. Já vi processos de compensação resolvidos meses depois só porque o passageiro tinha a documentação.
Há também um detalhe relevante: mesmo que a passagem tenha custado 25 euros, a compensação de 250 euros é devida quando os requisitos se cumprem. O valor não é proporcional à tarifa.
Como eu decidiria entre as quatro
Não existe melhor absoluta. Existe melhor para o trecho específico.
Se o critério é preço puro e a mala é pequena, Ryanair costuma ganhar, desde que o aeroporto não sabote a economia.
Se você quer aeroporto central, horário decente e uma bagagem de mão maior sem drama, easyJet é normalmente a escolha mais tranquila do grupo.
Se o roteiro passa pela Europa Central, Báltico, Balcãs ou Romênia, a Wizz Air é quase inevitável, e provavelmente a mais barata. Só planeje com folga.
Se a viagem é ibérica, ou se você precisa de conexão que converse com o mundo Iberia e British Airways, Vueling entrega mais segurança operacional dentro de um preço ainda baixo.
Na prática, monto o roteiro comparando as quatro em uma ferramenta de busca ampla, incluindo o Google Flights e o Skyscanner, e depois abro o site da própria companhia para fechar. Comprar direto no site da companhia evita intermediário, e isso importa muito quando o vôo é cancelado: agência terceirizada é uma camada extra entre você e a solução.
Um alerta sobre trem e ônibus
Nem toda perna europeia pede avião. Em distâncias curtas, o trem frequentemente vence quando se conta o tempo total de deslocamento, com a vantagem de sair do centro e chegar ao centro. Paris a Bruxelas, Madri a Sevilha, Milão a Roma, Colônia a Frankfurt, Amsterdã a Bruxelas. Nesses casos, a low cost costuma perder por logística mesmo quando ganha no preço da passagem.
Ônibus como FlixBus também resolvem trechos de duas a quatro horas por valores muito baixos, e não têm limite ridículo de bagagem. Já troquei vôo por ônibus mais de uma vez e não me arrependi.
O que muda até o fim da década
A tendência é de concentração ainda maior. As encomendas em carteira são gigantescas: a Ryanair segue recebendo Boeing 737 MAX 8-200, a easyJet e a Wizz têm centenas de Airbus neo encomendados. Dados da CAPA mostram que as seis maiores low costs independentes da Europa têm mais de mil aeronaves de fuselagem estreita ainda por receber, contra pouco mais de 260 dos três grandes grupos tradicionais somados. A frota estreita da Ryanair, easyJet e Wizz juntas já supera a soma de Lufthansa Group, IAG e Air France-KLM.
Isso significa mais assentos, mais rotas secundárias sendo abertas e, provavelmente, tarifas seguindo baixas em rotas competitivas. Por outro lado, significa também mais pressão sobre aeroportos congestionados, mais atraso no verão e mais dependência de aeroportos periféricos.
Do lado do passageiro, a mudança mais relevante em curso é regulatória. A discussão europeia sobre bagagem de mão gratuita e sobre revisão do EC 261 tem potencial para alterar bastante o modelo de receita acessória. Se a bagagem pequena virar direito garantido, é bem provável que as tarifas base subam um pouco para compensar. O total pago pelo passageiro talvez mude menos do que parece. O que muda é a transparência.
O jeito certo de usar essas companhias
Depois de vários roteiros montados em cima delas, o resumo que carrego é simples. Trate a low cost como transporte, não como experiência. Ela leva você de uma cidade a outra por um preço que era impensável há vinte anos, e isso é uma conquista real. Em troca, exige que você leia as regras, meça a mala, imprima ou baixe o cartão de embarque e chegue com antecedência.
Quem faz isso paga barato e viaja bem. Quem improvisa paga taxa no portão, briga com atendente que não tem autonomia para nada e sai contando que a companhia é uma armadilha. Nos dois casos, a companhia foi a mesma. A diferença estava no preparo.
E sobre a pergunta do título: Ryanair, easyJet e Wizz Air são, de fato, as maiores low costs da Europa em passageiros e frota. A Vueling não disputa esse pódio, mas é a que eu recomendaria sem hesitar para quem vai circular pela Espanha. Quatro empresas, quatro lógicas diferentes. Escolher entre elas é escolher que tipo de trabalho você aceita fazer para economizar.
