Os Melhores Hotéis Para se Hospedar em Seattle
Seattle oferece uma variedade impressionante de hotéis que vão de clássicos históricos a propriedades sustentáveis de última geração — e escolher o lugar certo para ficar pode mudar completamente a experiência na cidade.

Seattle tem esse poder curioso de surpreender quem chega pela primeira vez. A cidade não grita como Nova York, não posa como Los Angeles. Ela tem um jeito próprio — meio nublado, meio acolhedor, cheirando a café torrado e maresia do Puget Sound. E, como toda cidade com personalidade forte, o lugar onde você se hospeda define muito do que vai sentir durante a viagem. Não é exagero dizer que um hotel errado em Seattle pode te deixar deslocado, enquanto o certo transforma até um dia chuvoso (e vai chover, pode apostar) numa experiência memorável.
O mercado hoteleiro de Seattle passou por uma transformação considerável nos últimos anos. Aberturas recentes trouxeram marcas com conceitos sustentáveis e design autoral para bairros antes dominados por opções genéricas. Ao mesmo tempo, os clássicos da cidade seguem firmes, renovados e afiados. O resultado é uma cena hoteleira diversa, com personalidade suficiente para agradar desde o viajante que busca luxo tradicional até quem quer um apartamento bem equipado no meio de um bairro em ebulição.
O que reuni aqui são opções que cobrem diferentes estilos de hospedagem, faixas de preço e localizações na cidade. Alguns são hotéis de rede internacional com padrão impecável. Outros são apostas mais recentes que trazem propostas diferentes do convencional. Todos, porém, têm algo em comum: são lugares onde vale a pena dormir — e, mais do que isso, onde vale a pena estar.
Lotte Hotel Seattle — o número 1 que poucos brasileiros conhecem
Se alguém me perguntar qual é o melhor hotel de Seattle hoje, a resposta vem sem hesitação: Lotte Hotel. E o mais interessante é que, entre brasileiros, quase ninguém conhece essa marca coreana. O Lotte Hotel Seattle abriu em setembro de 2020, em plena pandemia, o que por si só já demonstra uma confiança enorme no produto que estavam entregando.
Localizado na 5th Avenue, bem no coração do downtown, o hotel ocupa os andares superiores de um edifício e oferece 189 quartos e suítes. Os números do TripAdvisor falam por si: nota 4.8 de 5, classificado como o hotel número 1 entre mais de 110 opções na cidade. Os hóspedes elogiam consistentemente o atendimento (aquele tipo de serviço asiático, atento ao detalhe sem ser invasivo), a limpeza impecável e a sensação de espaço nos quartos.
Os apartamentos são luminosos, com janelas do chão ao teto e uma decoração que mistura tons claros com toques contemporâneos. Chuveiro com efeito chuva, máquina Nespresso, minibar, Wi-Fi gratuito — tudo o que se espera nessa faixa, mas executado com um cuidado que se nota nos detalhes. O Charlotte Restaurant & Lounge, no 16º andar, serve pratos com ingredientes locais do Pacífico Noroeste e oferece uma vista panorâmica do skyline que, sozinha, já justifica uma visita.
Tem sauna, spa, academia 24 horas e concierge sempre disponível. O estacionamento é valet only, a US$ 72 por noite — um valor que dói, mas que é padrão nos hotéis de luxo do centro de Seattle. Se der para evitar o carro, melhor. A cidade é razoavelmente caminhável no downtown e o transporte público funciona bem para os trajetos mais comuns.
O Lotte não é o hotel mais barato da lista, mas entrega uma relação custo-benefício surpreendente para o nível de serviço que oferece. É daqueles lugares que fazem o hóspede pensar: “Por que os outros não fazem assim?”
Four Seasons Hotel Seattle — o luxo que não precisa se explicar
O Four Seasons de Seattle existe desde 2008 e, passados todos esses anos, segue sendo a referência máxima de luxo na cidade. Não é o hotel mais chamativo, nem o mais moderno. Mas é o mais consistente. E em hotelaria, consistência é tudo.
São 147 quartos distribuídos em um edifício de vidro moderno na Union Street, literalmente em frente ao Seattle Art Museum e a um quarteirão do Pike Place Market. A localização, por si só, é privilegiada. Mas o que realmente diferencia o Four Seasons é algo menos tangível: a hospitalidade. Quem já ficou em outros hotéis da rede sabe do que estou falando. São detalhes pequenos que se acumulam — o café concierge que entrega um espresso no quarto a qualquer hora da manhã, a forma como o staff se antecipa às necessidades sem parecer robotizado, o silêncio dos corredores.
A piscina de borda infinita é, provavelmente, a mais bonita da cidade. Fica ao ar livre, aquecida, com vista direta para o Puget Sound e as Olympic Mountains. Nos dias em que o céu abre (e quando abre em Seattle, a paisagem é absurda), tomar um drink ali no fim da tarde é um daqueles momentos que você guarda. O spa oferece tratamentos inspirados no Noroeste do Pacífico, e a academia é ampla e bem equipada.
As suítes maiores têm janelas do chão ao teto com vistas de Elliott Bay e do Seattle Great Wheel. A Suíte Presidencial é outro nível — salão amplo, sala de fitness própria, cozinha compacta. Mas mesmo os quartos standard são generosos para o padrão de hotéis urbanos americanos.
A diária costuma partir de US$ 500, podendo ultrapassar US$ 900 em alta temporada. Não é pouco. Mas quem procura o Four Seasons já sabe o que esperar: um hotel que funciona como relógio suíço, sem surpresas desagradáveis e com vários momentos genuinamente agradáveis ao longo da estadia. Existe algo reconfortante nisso.
Fairmont Olympic Hotel — a grande dama de Seattle
Se o Four Seasons representa o luxo moderno, o Fairmont Olympic é a alma histórica da hotelaria de Seattle. Construído em 1924, esse hotel já foi um Four Seasons (entre 1981 e 2003, quando o Fairmont assumiu a gestão) e carrega consigo quase um século de história.
O lobby é, sem exagero, um dos mais bonitos que já vi em hotel americano. Um átrio amplo com pé-direito generoso, detalhes em madeira trabalhada, lustres elegantes e aquela atmosfera de “grande hotel” que simplesmente não se replica em construções novas. Pode soar nostálgico demais, mas há algo de especial em pisar num lobby que respira história real, não história cenográfica.
O hotel passou por uma renovação significativa nos quartos, que era mais do que necessária. As áreas comuns mantêm o charme clássico, mas os apartamentos agora combinam o melhor dos dois mundos: a estrutura do edifício histórico com acabamentos e mobiliário contemporâneos, banheiros em mármore e tecnologia atualizada. São 450 quartos no total — um hotel grande para os padrões atuais, o que eventualmente pode deixar o serviço um pouco menos personalizado em períodos de ocupação alta.
A localização é excelente, a poucos passos do Waterfront, do Pike Place Market e dos principais museus. O hotel conta com cinco restaurantes e bares, spa completo, piscina aquecida coberta e solário. Para eventos e casamentos, é uma das escolhas mais disputadas da cidade — os espaços de evento do Fairmont Olympic são realmente imponentes.
Dá para encontrar diárias a partir de US$ 280 usando programas como o Amex Fine Hotels + Resorts, que costuma incluir café da manhã, late checkout e crédito no hotel. Pelo programa Accor Live Limitless, também há possibilidade de usar ou acumular pontos.
Um detalhe que vale mencionar: o estacionamento valet e a taxa de resort são adicionais que encarecem a conta final. É sempre bom calcular o custo total antes de reservar.
Grand Hyatt Seattle — o luxo acessível que surpreende
Se existe um tipo de hotel que costuma ser subestimado, é o Grand Hyatt de cidade americana. A expectativa padrão é de um hotel corporativo sem personalidade — bom o suficiente, mas genérico. O Grand Hyatt Seattle quebra essa expectativa.
Localizado no coração do downtown, o hotel tem quartos bem dimensionados, camas excelentes e uma manutenção geral que impressiona. Não tem o charme histórico do Fairmont nem o serviço ultra-polido do Four Seasons, mas entrega uma estadia confortável e confiável, com uma localização que facilita muito a logística de quem quer explorar a cidade a pé.
Para quem é membro do World of Hyatt, é uma opção que faz sentido financeiro: os pontos rendem bem e os upgrades para membros com status acontecem com frequência razoável. O café da manhã e o acesso ao lounge executivo, quando disponíveis, adicionam bastante valor à estadia.
O hotel funciona bem tanto para viagens de negócios quanto de lazer. Não é o tipo de lugar que aparece em fotos de Instagram com frequência, mas é o tipo de lugar onde você dorme muito bem, sai de manhã com energia e volta à noite satisfeito. Às vezes, é disso que a gente precisa.
The Alexis Royal Sonesta Hotel Seattle — boutique com personalidade
O Alexis é um daqueles hotéis que ocupam um nicho muito específico: quem quer uma experiência boutique, com personalidade, sem abrir mão da localização privilegiada e do conforto de um hotel de alto padrão.
Situado próximo ao waterfront, em um edifício que tem caráter próprio, o Alexis se diferencia pela atmosfera mais intimista. Os quartos fogem do padrão “caixa bege” que domina a hotelaria americana, com uma decoração que tem opinião. Não é para todo mundo — quem prefere ambientes mais neutros pode achar que tem personalidade demais. Mas quem busca um hotel com alma vai gostar.
O atendimento tende a ser mais pessoal, como costuma acontecer em propriedades menores. A recepção costuma oferecer vinho no fim da tarde para os hóspedes — um toque simples que muda o clima do dia. O hotel aceita pets, o que é um diferencial relevante para quem viaja com animal de estimação nos Estados Unidos.
A marca Royal Sonesta talvez não tenha o mesmo reconhecimento global que um Four Seasons ou Fairmont, mas em cidades como Seattle, onde o viajante pode estar mais aberto a experimentar algo diferente, o Alexis se sustenta muito bem pela proposta que entrega.
1 Hotel Seattle — sustentabilidade sem abrir mão do conforto
O 1 Hotel é uma das aberturas mais recentes e mais comentadas de Seattle. Inaugurado em maio de 2025 no bairro de South Lake Union, o hotel chega à cidade como parte de uma marca que construiu sua reputação em torno da sustentabilidade — mas sem o ar de sacrifício que às vezes acompanha esse discurso.
A proposta é clara desde a entrada: materiais naturais, design biofílico, uso consciente de recursos. É um hotel bonito, com uma estética que remete ao Noroeste do Pacífico sem cair no clichê. South Lake Union, por sua vez, é um dos bairros que mais se transformaram em Seattle nos últimos anos, impulsionado pela presença de empresas de tecnologia (a Amazon tem seu campus ali) e por uma série de novos restaurantes, cafés e espaços culturais.
Para quem se importa com o impacto ambiental da viagem e busca hospedagens alinhadas com essa preocupação, o 1 Hotel é provavelmente a melhor escolha em Seattle hoje. Mas mesmo para quem não coloca sustentabilidade como prioridade, o hotel se justifica pela qualidade das instalações, pelo design diferenciado e pela localização em um bairro vibrante e menos turístico que o downtown.
A marca 1 Hotels já opera em destinos como Miami South Beach, Brooklyn, Manhattan, Nashville e Hanalei Bay, entre outros. O padrão é alto em todas as propriedades, e Seattle não foge à regra.
Populus Seattle — o hotel que nasceu dentro de um armazém de 1907
Se o 1 Hotel é a aposta sustentável mais chamativa da cidade, o Populus Seattle é a mais autêntica. Aberto em maio de 2025 no bairro de Pioneer Square, o hotel é irmão do Populus Denver — que ganhou fama como o primeiro hotel carbono positivo dos Estados Unidos e foi premiado como um dos melhores novos hotéis de 2025 pela revista AFAR.
O que torna o Populus Seattle especial começa pela estrutura física: o hotel foi construído dentro de um armazém de 1907, preservando a arquitetura original de tijolos aparentes e integrando-a a um projeto moderno sem descaracterizar o edifício. O resultado é um hotel com 120 quartos que tem algo raro na hotelaria contemporânea — autenticidade de verdade, não autenticidade de cenário.
Os quartos contam com lençóis Frette, TVs de 55 polegadas com Netflix, minibar e amenidades completas. O restaurante Salt Harvest serve culinária do Pacífico Noroeste com ingredientes locais, e o Firn, no rooftop, oferece drinks com uma vista privilegiada da cidade. O hotel também tem academia 24 horas e um programa de arte curado com obras de artistas locais.
Pioneer Square é o bairro mais antigo de Seattle, com ruas de paralelepípedo, galerias de arte e uma energia urbana diferente do centro comercial. É uma localização excelente para quem quer sentir a cidade além dos pontos turísticos mais óbvios. O Lumen Field (estádio do Seattle Seahawks, da NFL) fica a poucos minutos a pé.
Na Booking.com, o hotel já aparece com notas altíssimas nas primeiras avaliações. No Kayak, a nota é 9.4 — classificação “Wonderful”. Ainda é cedo para avaliar a consistência a longo prazo, mas os primeiros sinais são muito positivos.
Level Seattle Downtown South Lake Union — quando o hotel parece apartamento
O Level Seattle ocupa uma posição interessante no mercado: é um hotel que funciona como apartamento. Ou um apartamento que oferece serviço de hotel. Depende do ângulo. Localizado em South Lake Union, no endereço 110 Boren Ave N, o Level oferece suítes no estilo apartment-living com cozinha completa, lavanderia no quarto, sala de estar separada e, em muitos casos, varanda ou pátio privativo.
Para viajantes que vão ficar mais de três ou quatro noites em Seattle, esse formato faz muito sentido. A possibilidade de cozinhar no quarto, lavar roupa e ter um espaço de verdade para trabalhar ou relaxar muda completamente a dinâmica da estadia. É especialmente interessante para famílias com crianças ou para quem está em Seattle a trabalho por períodos mais longos.
As áreas comuns incluem três piscinas, quadra de basquete, espaços de entretenimento e atendimento 24 horas. O hotel está abrindo o Solette Seattle, um novo restaurante rooftop com terraço ao ar livre e vista para a Space Needle e o Puget Sound — uma adição que promete elevar ainda mais a experiência.
A localização em South Lake Union coloca o hóspede perto do Pike Place Market, do Lumen Field, do Climate Pledge Arena e do waterfront, mas com a vantagem de estar em um bairro mais residencial e menos congestionado que o downtown tradicional. É uma escolha inteligente para quem quer o melhor dos dois mundos.
O Level aceita pets e oferece tanto estadias por noite quanto mensais, o que amplia bastante o perfil de hóspede que atende. As tarifas variam conforme o tipo de suíte e a duração da estadia, mas em geral são competitivas para o nível de espaço e amenidades que entregam.
Seattle Luxury 4-Suite Retreat — a opção para grupos e famílias grandes
Diferente de todos os outros nomes desta lista, o Seattle Luxury 4-Suite Retreat não é um hotel no sentido convencional. Trata-se de uma propriedade de aluguel por temporada com quatro suítes, voltada para grupos, famílias extensas ou viajantes que querem privacidade total e espaço de sobra.
Esse tipo de hospedagem tem ganhado força entre brasileiros que viajam aos Estados Unidos em grupos maiores — famílias com avós, tios, primos — e que preferem ficar todos juntos em vez de distribuir o grupo entre vários quartos de hotel. A conta, dividida, costuma ficar mais em conta do que várias diárias individuais em hotéis de padrão equivalente.
A desvantagem é óbvia: não há recepção, concierge, serviço de quarto ou qualquer outro suporte de hotel tradicional. A vantagem é a liberdade completa: cozinha, espaços de convivência, possibilidade de montar sua própria rotina sem se preocupar com horários de café da manhã ou checkout.
Para quem considera essa opção, a recomendação é pesquisar bem as avaliações recentes, verificar fotos atualizadas e confirmar a localização exata antes de reservar. O mercado de aluguel por temporada nos Estados Unidos é vasto e, como em qualquer lugar, a qualidade varia muito.
O que considerar ao escolher hotel em Seattle
Mais do que a categoria do hotel, o que faz diferença em Seattle é a localização combinada com o estilo de viagem.
Downtown é onde se concentra a maioria dos hotéis de luxo e é a base mais prática para quem quer acessar o Pike Place Market, o waterfront, museus e restaurantes a pé. O Grand Hyatt, o Lotte, o Fairmont e o Four Seasons estão todos nessa região. A desvantagem é o trânsito e o custo de estacionamento.
South Lake Union é a aposta para quem quer um bairro mais moderno e menos turístico. É onde ficam o 1 Hotel e o Level Seattle. Tem ótimos restaurantes, acesso fácil ao centro e uma energia mais jovem e tech.
Pioneer Square é o bairro histórico, com caráter próprio e uma cena cultural interessante. O Populus Seattle está lá e é uma excelente porta de entrada para conhecer essa região que muitos turistas ignoram.
Sobre preços: Seattle não é uma cidade barata para hospedagem. Nos hotéis de luxo do downtown, diárias abaixo de US$ 300 são raras em alta temporada (junho a setembro). No verão, quando o clima melhora e os cruzeiros ao Alasca partem do porto de Seattle, os preços sobem consideravelmente.
Uma dica que vale para qualquer um desses hotéis: reserve com antecedência se a viagem for entre junho e setembro. A demanda é real, e os preços de última hora costumam ser bem mais altos.
Sobre estacionamento, transporte e o carro em Seattle
Merece um parágrafo à parte porque é uma dúvida comum. O estacionamento nos hotéis de Seattle é caro — estamos falando de US$ 50 a US$ 75 por noite em valet parking nos hotéis de luxo, sem incluir gorjeta. Se o roteiro da viagem se concentra em Seattle e arredores imediatos, pode valer a pena não alugar carro e usar uma combinação de transporte público, apps de corrida e caminhada.
O Link Light Rail conecta o aeroporto Sea-Tac ao downtown em cerca de 40 minutos, e o sistema de ônibus cobre bem as áreas turísticas. Para passeios fora da cidade — como uma ida a Mount Rainier ou às San Juan Islands — aí sim o carro se torna necessário, e pode fazer sentido alugar apenas para esses dias específicos.
Na prática: como montar a hospedagem ideal em Seattle
Não existe hotel perfeito para todos. Existe o hotel certo para cada tipo de viagem. Se o orçamento permite e a prioridade é serviço impecável, o Four Seasons ou o Lotte são apostas seguras. Se a busca é por história e charme clássico, o Fairmont Olympic não tem rival na cidade. Para quem valoriza sustentabilidade e design, o 1 Hotel e o Populus são as novidades que merecem atenção. Famílias em estadia longa vão se sentir em casa no Level Seattle. E quem viaja em grupo grande pode considerar seriamente uma propriedade como o Seattle Luxury 4-Suite Retreat.
Seattle é uma cidade que recompensa quem se prepara. O clima muda rápido, os bairros têm personalidades distintas e a oferta hoteleira é diversa o suficiente para atender desde o viajante de primeira viagem até o frequent traveler mais exigente. Escolher bem onde dormir é o primeiro passo para aproveitar tudo que a Emerald City tem a oferecer — e, como em toda boa viagem, os detalhes fazem toda a diferença.