Roteiro de Passeios em Monopoli na Puglia
Por que Monopoli merece entrar no seu roteiro da Puglia
Quando a gente pensa na Puglia, costuma lembrar de Alberobello e seus trulli, de Polignano a Mare jogado sobre as falésias ou de Ostuni, a cidade branca no topo da colina. Monopoli fica ali no meio, a poucos quilômetros de tudo isso, e por muito tempo foi apenas uma parada rápida entre uma cidade e outra. Hoje o cenário mudou. O centro histórico com casas claras, o porto de pesca ainda ativo, as praias de água transparente e uma gastronomia que mistura frutos do mar e cozinha do interior fazem de Monopoli um daqueles lugares em que você chega para dois dias e acaba querendo ficar mais.

A cidade tem cerca de 50 mil habitantes e fica na costa adriática, no sul da Itália, entre Bari e Brindisi. A história por aqui é antiga. Poucos quilômetros ao sul ficam as ruínas de Egnazia, uma cidade messápia e depois romana que foi destruída no século IX. Conta a tradição que os sobreviventes se refugiaram mais ao norte e fundaram Monopoli, cujo nome viria do grego e significaria algo como “cidade única”. Durante séculos foi porto de passagem entre o Ocidente e o Oriente, e por isso passou por normandos, suevos, angevinos e espanhóis. Cada povo deixou sua marca nas ruas, nas igrejas e nas muralhas.
O grande charme de Monopoli é que ela não virou um cenário de museu. Os barcos de pesca ainda saem de manhã, as senhoras fazem orecchiette na porta de casa, os mercados de rua vendem verduras da estação e o peixe do dia chega direto do cais. É possível passar dias bons ali sem fazer nada de extraordinário, apenas caminhando, comendo e tomando sol.
Como chegar a Monopoli
Os aeroportos mais próximos são o de Bari, chamado Karol Wojtyła, a cerca de 60 quilômetros, e o de Brindisi, a uns 70 quilômetros. Quem vem do Brasil geralmente faz vôos com conexão em Lisboa, Madri, Roma ou Milão e, de lá, vôos regionais até Bari ou Brindisi. Na hora de comprar, vale comparar os dois aeroportos, pois às vezes um sai bem mais em conta que o outro.
Do aeroporto de Bari até Monopoli dá para ir de trem. Primeiro se pega o trem Ferrotramviaria até a estação Bari Centrale, trajeto de uns 15 minutos, e de lá um trem regional até Monopoli, que leva entre 30 e 45 minutos. A passagem regional custa poucos euros, algo em torno de 4 euros. A estação de Monopoli fica a poucos passos do centro histórico, então com uma mala pequena você faz tudo a pé. De Brindisi também há trens regionais até Monopoli, com duração de cerca de 40 a 50 minutos.
Se você pretende visitar praias afastadas, as ruínas de Egnazia e as cidades do interior, alugar um carro é a melhor saída. As estradas da Puglia são tranquilas e bem sinalizadas. Só fique atento ao centro histórico de Monopoli, que é todo de ruas estreitas e muitas vezes sem acesso a carros. O ideal é estacionar em uma das áreas fora das muralhas e caminhar.
Quantos dias ficar em Monopoli
Para conhecer o centro histórico com calma, ir a uma praia e fazer ao menos um passeio pelos arredores, três dias são suficientes. Se você quer usar Monopoli como base para explorar a região, cinco ou seis dias ficam ainda melhores, pois assim não precisa ficar mudando de hotel o tempo todo. A cidade é pequena o bastante para ser explorada a pé, mas grande o suficiente para ter vida noturna, restaurantes e serviços.
Uma boa estratégia é chegar no fim da tarde, deixar as malas e já sair para ver o pôr do sol no porto. No dia seguinte, caminhar o centro histórico de manhã cedo, quando a luz é bonita e as ruas estão vazias, e reservar a tarde para o mar. O terceiro dia pode ser de passeio por Alberobello, Locorotondo ou Polignano a Mare.
Centro histórico: um passeio a pé pelas ruas brancas
O coração de Monopoli é o centro histórico, uma área compacta de ruelas de pedra, casas caiadas de branco e varandas com flores. Um bom ponto de partida é o Arco Marchesale, o portal do século XVI que dá acesso à parte antiga. Por ali você entra em uma zona onde o tempo parece ter andado mais devagar. As ruas sobem e descem, e de repente o mar aparece no fim de uma viela.
Caminhe sem pressa pela Via Roma, a rua comercial cheia de lojas, cafés e gelaterie, e depois perca-se pelas travessas laterais. Em algumas delas, sobretudo pela manhã, é comum ver mulheres mais velhas preparando orecchiette em tábuas de madeira na porta de casa. A massa é feita com sêmola de trigo e água, e cada peça é moldada à mão, um gesto repetido por gerações.
Não deixe de passar pela Catedral de Maria Santissima della Madia, o principal marco religioso da cidade. A construção atual é barroca e foi terminada em 1772, mas no mesmo lugar já existia uma catedral românica iniciada em 1107. A igreja é dedicada à Madonna della Madia, a padroeira de Monopoli, e desde 1921 tem o título de basílica menor. A história mais famosa por ali é a da jangada de madeira, chamada madia, que teria chegado ao porto na noite entre 15 e 16 de dezembro de 1117 trazendo uma ícone da Virgem Maria. Conta a lenda que as 31 toras de madeira dessa jangada foram usadas para fazer o telhado da catedral, que estava parada por falta de material. Até hoje um pedaço dessa madeira fica guardado dentro da igreja, e a festa da padroeira é celebrada em 16 de dezembro e também em agosto, com uma procissão que recria a chegada da imagem pelo mar.
Do lado de fora, a praça em frente à catedral é um bom lugar para sentar num café e observar a vida local. Perto dali ficam outras igrejas pequenas, como a Chiesa di San Salvatore, uma das mais antigas da cidade, de estilo românico, e a Chiesa del Purgatório, com sua fachada barroca. Não é preciso entrar em todas. O prazer maior está em caminhar e deixar as surpresas aparecerem.
O Castelo de Carlo V e as muralhas
Na ponta que avança sobre o mar, dominando a entrada do Porto Antigo, fica o Castelo de Carlo V. Ele foi erguido no século XVI por ordem do imperador Carlos V, como parte de um grande sistema de defesa costeira contra piratas e ataques turcos. As obras começaram por volta de 1525 e foram concluídas na década de 1540. A fortaleza tem planta poligonal com cinco baluartes, foi construída com pedra calcária local e inclui, em seu subsolo, uma igreja mais antiga dedicada a São Nicolau, do século XI.
Por muito tempo o castelo funcionou como prisão. Hoje, restaurado, abriga exposições, eventos e cerimônias. Mesmo que você não entre, vale a pena circular ao redor. Dali se tem uma das melhores vistas do porto e do mar aberto. Ao longo da costa, em direção à catedral, ainda é possível ver trechos das antigas muralhas e o Bastione Santa Maria, com seus canhões históricos apontados para o Adriático. É um passeio curto, mas rende as fotos mais clássicas da cidade.
O Porto Antigo e a hora do pôr do sol
O Porto Antigo é a alma de Monopoli. Ali estão atracados os barcos de pesca de madeira, pintados de cores vivas, e as redes são estendidas para secar no cais. De manhã cedo acontece a venda do peixe fresco, e muitos restaurantes da cidade compram ali o que vai para o prato no almoço. Vale a pena chegar antes das 9 horas para ver o movimento dos pescadores, que chegam com o dia clareando.
À tarde, o porto vira point de encontro. Os bares e restaurantes ao redor colocam mesas na calçada, e o ritual do aperitivo começa por volta das 18 horas. Você paga por um drink e recebe uma tábua com foccacia, azeitonas, queijos e frituras pequenas. Enquanto o sol vai baixando, a luz fica dourada e as paredes brancas da cidade ganham um tom quente. É um daqueles momentos que fazem a viagem valer a pena.
Se quiser um banho rápido sem sair do centro, a Cala Porta Vecchia é uma pequena praia de seixos logo ali ao lado, emoldurada pelas muralhas do século XVI. Ela é pequena e chega a ficar cheia no verão, mas a água é transparente e a vista para a cidade é única.
Praias e enseadas ao redor de Monopoli
O litoral de Monopoli é recortado por calas pequenas, falésias baixas e praias de areia. A poucos passos do centro fica a Cala Porto Rosso, uma praia de areia a uns dez minutos a pé, com bares e restaurantes por perto. É a mais prática para quem não quer pegar carro. Mais ao sul, já na zona de Capitolo, ficam os lidos com espreguiçadeiras, guarda sóis e restaurante à beira mar, a opção mais confortável para passar o dia inteiro com a família.
Quem tem carro pode explorar enseadas mais selvagens. A Cala Paradiso, a cerca de sete quilômetros ao sul, é uma costa rochosa com pequenas enseadas entre rochedos de calcário e água muito clara, boa para snorkel. A Cala Monaci é outra opção tranquila, de seixos, com um lido pequeno. A Cala Tre Buchi, como o nome diz, é formada por três enseadas e algumas grutas. O acesso mais fácil é por uma escadaria de pedra que desce direto ao mar.
Mais ao sul ficam Porto Verde e Porto Ghiacciolo. Em Porto Ghiacciolo corre uma nascente de água doce bem fria, que se mistura à água do mar e deixa a temperatura sempre mais baixa. É uma praia pequena, de areia, muito procurada pelos moradores. No verão, as áreas privadas com espreguiçadeira custam em média entre 10 e 15 euros por pessoa. As praias públicas são gratuitas, mas o estacionamento por perto pode ser difícil em julho e agosto.
As ruínas de Egnazia: um mergulho na história
A cerca de 15 a 20 quilômetros do centro de Monopoli, já no município de Fasano, fica o Parque Arqueológico de Egnazia, também chamada de Gnatia. É um daqueles lugares que poucos turistas conhecem, mas que impressiona. A cidade antiga foi fundada pelos messápios, passou pelos gregos e depois se tornou um importante município romano, às margens da Via Traiana. No século IX foi destruída pelos sarracenos e nunca mais reconstruída.
No parque é possível ver as muralhas messápias, a necrópole com tumbas dos séculos IV e V antes de Cristo, os alicerces da basílica civil romana, o fórum, as termas e um trecho da antiga estrada. O Museu Arqueológico Nacional Giuseppe Andreassi, dentro do próprio parque, reúne cerâmicas, moedas, joias e fragmentos de escultura encontrados nas escavações, começadas em 1912. Uma das peças mais bonitas é o mosaico das Três Graças.
O parque abre de terça a domingo, das 9 horas às 19 horas, e fecha às segundas feiras. O ingresso custa cerca de 5 euros. Reserve umas duas horas para a visita. Ao lado fica uma praia conhecida como Archeolido, onde você pode combinar história e banho de mar no mesmo dia.
O que comer em Monopoli
A cozinha de Monopoli vive no meio termo entre o mar e o campo. Por um lado, o peixe fresco chega todo dia ao porto. Por outro, o interior da Puglia oferece azeite, trigo, leguminosas, queijos e carnes. O resultado é uma comida simples, mas muito saborosa.
Entre as massas, a rainha é a orecchiette, feita à mão. A versão mais tradicional é com cime di rapa, um tipo de nabo verde, alho, anchova e azeite de oliva. Outra combinação clássica é a orecchiette com ragù de carne ou de coelho. Entre os pratos de peixe, não deixe de provar o polpo alla brace, o polvo cozido lentamente e finalizado na grelha de madeira, que fica com a casca tostada e a carne macia. Há também o polpo alla pignata, preparado numa panela de terracota. A frittura di paranza é uma travessa com peixes pequenos, lulas e camarões fritos na hora, crocantes por fora e suculentos por dentro. Os spaghetti ai ricci di mare, com ouriço do mar, são uma iguaria de inverno e primavera, quando o ouriço está na melhor época. As cozze gratinate, mexilhões gratinados com pão e azeite, e a pasta al cartoccio, assada no papel alumínio com frutos do mar, são outras pedidas certas.
Do lado de terra, prove as bombette, rolinhos de porco recheados com queijo e ervas, típicos das macellerias da região, e as fave e cicorie, um creme de fava com chicória amarga, prato pobre que virou marca da Puglia. Para acompanhar, os vinhos brancos de Locorotondo, feitos com uvas como a Verdeca, vão bem com peixe. Entre os tintos, o Primitivo di Manduria e o Negroamaro são encorpados e combinam com carnes e massas mais fortes. O azeite de oliva extra virgem da Puglia é dos melhores da Itália, e ele aparece em quase tudo, inclusive no pão.
Para fechar a refeição, peça um pasticciotto, uma massa folhada recheada com creme de pastelão, ou um doce de amêndoa. E não saia da cidade sem provar o gelato artesanal, que no verão é quase uma refeição.
Onde comer sem errar
No centro histórico, a Osteria Perricci é uma das mais conhecidas, com ambiente informal e foco em frutos do mar e receitas pugliesas. Perto do porto, o Il Guazzetto é famoso pela pasta al cartoccio. A La Locanda Sul Porto tem vista para o Porto Antigo e cardápio que muda conforme o peixe do dia. Quem quer uma trattoria tradicional pode procurar a Trattoria La Lanterna, que existe desde 1963 e é conhecida pela frittura di paranza. O Al Vicoletto, numa viela pequena, agrada pela orecchiette ao ragù. Em julho e agosto, os lugares mais procurados enchem cedo, então o ideal é reservar com antecedência, mesmo que seja algumas horas antes.
Se você estiver com orçamento mais apertado, as focaccerias e panzerottificas espalhadas pelo centro servem refeições baratas e saborosas. A focaccia barese, com tomate, azeitonas e orégano, e o panzerotto frito, recheado de tomate e mussarela, são lanches que custam poucos euros e matam a fome entre um passeio e outro.
Passeios de um dia saindo de Monopoli
Uma das grandes vantagens de se hospedar em Monopoli é a localização. Tudo fica perto. Ao norte, a apenas uns 15 quilômetros, está Polignano a Mare, a cidade das falésias e das águas transparentes que ficou famosa pela música italiana. Vale a pena passar uma manhã por lá, caminhar pela Via Nazionale, ver a praia sob os penhascos e tomar um café na praça central.
A uns 20 a 25 quilômetros, no sentido do interior, fica Alberobello, a cidade dos trulli, as casas de pedra com telhado cônico, considerada Patrimônio Mundial pela Unesco. É o passeio mais clássico da Puglia e rende horas de caminhada entre os bairros Monti e Aia Piccola. Se sobrar tempo, siga até Locorotondo, a uns 30 quilômetros, um vilarejo circular no topo da colina, com ruas brancas e uma vista linda do Vale d’Itria. Cisternino e Martina Franca também ficam a uma distância curta e podem ser combinados no mesmo dia.
A cerca de 40 a 45 quilômetros ao sul está Ostuni, chamada de Cidade Branca, com seu centro histórico medieval subindo a colina e o mar ao fundo. No caminho, você pode parar em Fasano, a uns 12 quilômetros de Monopoli, ou nas praias de Savelletri, perto das ruínas de Egnazia. Mais para o interior, a cerca de 25 quilômetros, estão as Grotte di Castellana, um complexo de cavernas de calcário com salões enormes e formações impressionantes, uma boa opção para dias de muito calor ou de chuva. Conversano, a uns 15 quilômetros para o interior, com seu castelo normando, é outro passeio curto e pouco procurado.
Se você tiver mais dias, Lecce, a cidade barroca do sul, fica a cerca de 100 quilômetros, e pode ser visitada em um dia inteiro de trem ou carro.
A melhor época para viajar
A primavera, sobretudo maio e junho, é considerada por muitos a melhor época. As temperaturas ficam entre 22 e 28 graus, o mar já começa a convidar a partir de junho, os dias são longos e as praias ainda não estão cheias. Setembro e outubro também são ótimos: a água do mar continua agradável, o sol esquenta mas não queima, e os preços das hospedagens costumam cair bastante em relação a agosto.
Julho e agosto são os meses de praia por excelência. Faz calor, com médias de 31 graus nos dias mais quentes, a cidade ganha vida noturna e eventos, mas tudo fica mais cheio e mais caro. Em agosto, especialmente no dia 15, dia de Ferragosto, as praias e os restaurantes ficam lotados, e é preciso reservar tudo com antecedência. O inverno é ameno, com médias em torno de 13 graus no mês mais frio, mas muitos hotéis e lidos fecham, e o ritmo da cidade fica mais lento. Para quem quer só caminhar e comer bem, pode ser uma boa. Para quem quer praia, não.
Dicas práticas para viajar tranquilo
O centro histórico é todo de pedras e ruas estreitas, então use calçado confortável. Deixe o carro estacionado fora das muralhas. Há áreas de estacionamento pago nas proximidades, e na baixa temporada é fácil encontrar vaga. No verão, chegue cedo ou use os estacionamentos maiores um pouco mais longe.
Leve dinheiro em espécie, pois alguns lugares pequenos não aceitam cartão. Os cartões de crédito são aceitos nos hotéis e restaurantes maiores, mas nas focaccerias e nos mercados de rua o dinheiro ainda é rei. Prove a água em garrafas de vidro nos restaurantes, é comum por ali.
Se você vai de trem para cidades vizinhas, compre a passagem nas máquinas da estação ou pelo aplicativo da Trenitalia. Lembre se de validar o bilhete antes de entrar no trem, nas máquinas amarelas no cais. Quem não valida pode levar multa. Os trens regionais passam com frequência entre Bari, Monopoli, Brindisi e Lecce.
Para praias mais afastadas, chegue antes das 10 horas no verão, para garantir lugar e estacionamento. Leve protetor solar, chapéu e água, pois nas enseadas menores não há estrutura de venda. Se quiser fazer snorkel, leve seu próprio equipamento, pois alugar por ali não é sempre fácil.
Por fim, não tente encaixar tudo em um único dia. A Puglia se aprecia devagar. O melhor de Monopoli está nos detalhes: um café na praça, um peixe fresco no almoço, um banho de mar no fim da tarde e o pôr do sol no porto. Se você deixar espaço para esses momentos, a viagem fica muito mais gostosa.
Um roteiro de três dias para seguir à risca
No primeiro dia, chegue pela manhã ou no começo da tarde, deixe as malas no hotel e comece pelo centro histórico. Entre pelo Arco Marchesale, caminhe pela Via Roma, visite a Catedral da Madonna della Madia e siga até o Castelo de Carlo V e as muralhas. Volte pelo Porto Antigo, veja os barcos e reserve o fim da tarde para um aperitivo com vista para o mar. Jante em uma trattoria do centro e peça massa de orecchiette e um prato de peixe.
No segundo dia, acorde cedo e vá direto a uma das praias. Se não tiver carro, a Cala Porto Rosso ou a Cala Porta Vecchia resolvem. Se tiver carro, escolha a Cala Paradiso ou a Cala Tre Buchi para um dia mais tranquilo. Volte para o almoço na cidade ou coma em um lido à beira mar. À tarde, visite as ruínas de Egnazia, que ficam a caminho de volta, e termine o dia com um gelato no centro.
No terceiro dia, faça um passeio pelos arredores. A opção mais clássica é Alberobello de manhã e Locorotondo ou Cisternino à tarde. Se preferir a costa, vá a Polignano a Mare de manhã e a Ostuni à tarde. Volte a Monopoli para o jantar e aproveite para repetir o prato que você mais gostou. No dia seguinte, é só pegar o trem ou o carro de volta ao aeroporto, com a certeza de ter conhecido uma das cidades mais autênticas da Puglia.
