Paris em 7 Dias de Viagem: Roteiro, Comida e Orçamento
Paris em 7 dias: roteiro por bairros com atrações clássicas, endereços gastronômicos, experiências menos óbvias e orçamento estimado para sair de Guarulhos.

Paris em 7 dias: roteiro, comida e orçamento
Paris fica mais gostosa quando o dia tem um bairro como eixo. Você visita o que queria conhecer, senta para almoçar sem atravessar a cidade e ainda encontra tempo para observar a rua. Parece pouco ambicioso no papel. Na prática, costuma render mais do que uma sequência de atrações separadas por longos deslocamentos.
Este roteiro considera sete dias em Paris e seis noites de hotel, com chegada pela manhã no primeiro dia e saída no fim do sétimo. Se seus vôos chegarem à noite ou partirem cedo, vale acrescentar uma diária ou cortar um dos passeios. A estimativa é por pessoa, viajando sozinha, com saída de Guarulhos, hospedagem em quarto privativo e gastos moderados. Sem datas definidas, preços são referências para planejar, não cotações para reservar.
Em cada dia há um café da manhã, duas opções de almoço, duas de jantar e uma parada para sobremesa. As opções de almoço e jantar são alternativas: o orçamento considera um almoço e um jantar por dia, não quatro refeições. Os passeios de manhã ficam concentrados; as tardes têm uma pausa real. Entre os pontos sugeridos dentro de cada bairro, os trechos a pé foram pensados para ficar abaixo de 30 minutos. Para ir de um bairro a outro, use metrô, ônibus ou RER.
Dia 1: Marais e Place des Vosges
Manhã para passear. Comece pela Place des Vosges, entre sob as arcadas e siga até o Museu Carnavalet. É um primeiro contato agradável com Paris porque o bairro tem coisas para ver em quase toda esquina, sem exigir uma grande travessia. Se a chegada do vôo deixar você cansado, fique só com a praça e as ruas próximas.
Tarde para desacelerar. Escolha uma mesa no Marais, passe pelas pequenas lojas da Rue des Rosiers e sente por algum tempo na Square Georges-Cain. Não é preciso transformar cada rua em uma parada obrigatória. Aqui, andar sem muita pressa faz parte do passeio.
Comida do dia. Para o café da manhã, Carette, na Place des Vosges, é uma escolha conveniente; peça um croissant ou uma tartine com café. No almoço, escolha entre os galettes de trigo-sarraceno do Breizh Café e a cozinha de bistrô do Chez Janou, conhecido também pela mousse de chocolate. Para jantar, há os pratos franceses do Les Philosophes ou a carne preparada na lareira do Robert et Louise. Guarde a sobremesa para o gelato da Pozzetto.
Os estabelecimentos ficam no Marais ou em suas bordas imediatas. Conforme a ordem escolhida, os deslocamentos a pé são curtos; o trecho até a Pozzetto, por exemplo, funciona melhor depois de um jantar mais perto da Rue des Rosiers.
Dia 2: Louvre, Palais-Royal e as passagens cobertas
Manhã para passear. Reserve horário para o Louvre e entre com uma prioridade clara. Escolher duas ou três áreas de interesse costuma ser melhor do que tentar percorrer o museu inteiro. Ao sair, atravesse para os jardins do Palais-Royal, cuja tranquilidade contrasta bastante com o movimento da pirâmide.
Tarde para desacelerar. Sente no jardim antes de seguir para a Galerie Vivienne e a Passage des Panoramas. As passagens cobertas são uma boa alternativa se chover. Também permitem uma tarde leve sem abandonar a curiosidade: vitrines, livrarias e detalhes da arquitetura aparecem pelo caminho.
Comida do dia. Tome café da manhã no Café Kitsuné, junto ao Palais-Royal; café e viennoiserie bastam antes do museu. Para almoçar, escolha entre o Bistrot Victoires, com pratos tradicionais de bistrô, e o Juveniles, boa opção para quem prefere uma refeição acompanhada de vinho. À noite, considere o Le Grand Colbert, para um jantar clássico, ou o Bouillon Chartier, para provar comida francesa em um salão movimentado e geralmente mais acessível. Na sobremesa, escolha um doce da Stohrer.
Aqui há um pequeno ajuste útil: se escolher o Bouillon Chartier, deixe a Stohrer para antes do jantar, quando estiver percorrendo as passagens. Assim você evita voltar pelo mesmo caminho. Confira os horários de funcionamento ao montar a sequência final.
Dia 3: Quartier Latin e margem do Sena
Manhã para passear. Vá à Île de la Cité, veja o entorno de Notre-Dame e considere uma visita à Sainte-Chapelle. Depois, atravesse para o Quartier Latin. As ruas próximas à Sorbonne e à igreja Saint-Étienne-du-Mont dão ao bairro um ritmo diferente do Marais, mesmo estando a uma curta viagem de metrô.
Tarde para desacelerar. O Jardin du Luxembourg é o lugar de sentar sem culpa. Se houver tempo e disposição, passe pelo Panthéon antes. Caso contrário, deixe-o para outra viagem: uma tarde no jardim pode ser mais memorável do que mais uma fila.
Comida do dia. Comece na Maison d’Isabelle, com um croissant. No almoço, as opções são o Les Pipos, para cozinha francesa sem muita cerimônia, e o L’Avant Comptoir du Marché, para pequenos pratos que permitem provar mais de um sabor. Para jantar, escolha entre o ambiente antigo do Polidor e a cozinha francesa do Bouillon Racine. Termine com um doce da Odette, conhecida pelos choux, pequenos bolinhos recheados.
A Odette fica perto do Sena. Se jantar mais ao sul do bairro, pegue metrô ou ônibus quando estiver cansado; a regra de caminhada curta não precisa virar uma obrigação no fim da noite.
Dia 4: Torre Eiffel, Invalides e Rue Cler
Manhã para passear. Reserve a Torre Eiffel com antecedência se quiser subir. Se preferir observá-la de fora, use o tempo livre para caminhar pelo Champ de Mars e conhecer o entorno dos Invalides. Os dois programas têm ritmos bem diferentes, então não marque outras entradas com horário apertado.
Tarde para desacelerar. Siga para a Rue Cler e escolha um café para descansar. A rua é conhecida pelo comércio de alimentos, mas não precisa ser tratada como uma atração a cumprir. Olhar vitrines, comprar uma fruta ou tomar algo sentado já preenche bem a tarde.
Comida do dia. Para começar, Kozy Bosquet oferece café da manhã no entorno da Avenue Bosquet. No almoço, escolha o Café du Marché, para um prato do dia, ou o Les Cocottes, para uma refeição mais elaborada. Para jantar, as alternativas são La Fontaine de Mars, de cozinha francesa tradicional, e Le Petit Cler, mais informal. A sobremesa pode ser um sorvete da Martine Lambert, na Rue Cler.
Neste dia, concentre as refeições na área da Rue Cler e Rue Saint-Dominique. A ida aos Invalides ou à torre pode exigir um trecho de até cerca de 25 minutos a pé, dependendo da entrada e do restaurante escolhido. Se não quiser andar tanto depois da visita, use o ônibus para voltar ao bairro.
Dia 5: Montmartre sem correria
Manhã para passear. Chegue cedo à área do Sacré-Cœur. Depois, desça pelas ruas laterais, passando pela Place du Tertre sem sentir que precisa parar ali. Montmartre tem subidas, escadas e calçadas irregulares; uma distância curta no mapa pode cansar mais do que parece.
Tarde para desacelerar. Troque a busca por mais um ponto turístico por uma mesa perto da Rue des Abbesses. A região permite observar um lado mais cotidiano do bairro. Se você gosta de pequenas lojas, caminhe pela Rue Lepic no seu próprio ritmo.
Comida do dia. Tome café da manhã na Pain Pain, com um folhado ou pão da vitrine. Para almoçar, escolha Le Coq Rico, especializado em aves, ou Bouillon Pigalle, alternativa mais simples ao pé da colina. Para jantar, considere Le Relais de la Butte ou Le Bon Bock, ambos associados à atmosfera de Montmartre. Para sobremesa, passe na Gilles Marchal e escolha um doce de confeitaria.
Uma forma de respeitar o limite de caminhada é subir de transporte ou funicular e fazer o restante do percurso descendo. Se escolher o Bouillon Pigalle para almoço, conte com uma descida até a base do bairro e não planeje voltar à basílica a pé na mesma tarde.
Dia 6: Canal Saint-Martin e arredores
Manhã para passear. Caminhe ao longo do Canal Saint-Martin, observe as pontes e as eclusas e entre nas ruas próximas. É um dia com menos monumentos, propositalmente. Depois de vários dias de museus e atrações famosas, costuma fazer bem ver a cidade funcionando sem um roteiro tão rígido.
Tarde para desacelerar. Compre algo para beber e fique algum tempo perto do canal, respeitando as áreas onde é permitido sentar. Se o tempo estiver ruim, escolha uma cafeteria. É também uma boa tarde para não fazer nada por uma hora, algo surpreendentemente difícil em uma viagem de sete dias.
Comida do dia. O Ten Belles resolve o café da manhã com café e pão ou doce. Para almoçar, escolha entre uma refeição leve montada com produtos da Du Pain et des Idées e uma mesa no Chez Prune. À noite, as opções são Les Enfants Perdus e Le Verre Volé, este último interessante para quem gosta de vinho e pequenos pratos. Para sobremesa, procure um doce de padaria na Liberté, na Rue des Vinaigriers.
Este dia funciona melhor sem reservas sucessivas. Escolha um dos restaurantes para a noite e confirme se estará aberto na data da visita.
Dia 7: Mercado de Aligre, Bastille e despedida
Manhã para passear. Se o mercado estiver funcionando no dia da sua visita, comece pelo Marché d’Aligre. É uma experiência mais ligada às compras do bairro do que à fotografia de um monumento. Siga para a área da Place de la Bastille, sem pressa de cobrir toda a avenida.
Tarde para desacelerar. A Coulée verte René-Dumont, também chamada de Promenade Plantée, oferece um passeio diferente, sobre um antigo traçado ferroviário. Faça apenas um trecho próximo à Bastille e volte de transporte se necessário. Assim a caminhada entre as paradas continua confortável, especialmente se você ainda tiver malas ou um vôo à noite.
Comida do dia. Comece na Blé Sucré, com café e um folhado. Para o almoço, escolha Le Square Trousseau, para uma refeição sentada, ou o Le Baron Rouge, caso queira petiscos e vinho em vez de um almoço convencional. Para o último jantar, há Le Cotte Rôti, perto de Aligre, e Bistrot Paul Bert, mais adiante no 11.º arrondissement. Feche com um doce da Pâtisserie Cyril Lignac, na Rue Paul Bert, especialmente conveniente se escolher o bistrô de mesmo nome para jantar.
Atenção ao calendário: mercados, restaurantes e padarias podem fechar em dias específicos da semana. O dia de Aligre deve ser trocado com outro do roteiro se a sua visita cair em um dia sem mercado; confira isso antes de reservar o jantar.
Cinco experiências que muita gente deixa passar
O roteiro já inclui atrações famosas, mas estas cinco pausas ajudam a enxergar outra Paris. Nenhuma exige um desvio longo se encaixada no dia indicado.
Comprar o café da manhã em uma padaria de bairro e comê-lo sem pressa. Pain Pain, Maison d’Isabelle e Blé Sucré são três oportunidades ao longo da semana. O especial não é encontrar um “segredo” inacessível, e sim notar que um ótimo café da manhã pode ser simples. Melhor hora: logo cedo, enquanto há boa variedade na vitrine.
Percorrer apenas um trecho das passagens cobertas. Galerie Vivienne e Passage des Panoramas combinam bem com o dia do Louvre. São interessantes pela arquitetura e pelas lojas, sem exigir um passeio longo. Melhor hora: meio da tarde, sobretudo se estiver chovendo.
Sentar no Jardin du Luxembourg sem estabelecer uma próxima meta. Parece uma sugestão modesta, mas é uma pausa que muda o ritmo da viagem. Melhor hora: começo ou meio da tarde, depois do almoço no Quartier Latin.
Ver o Canal Saint-Martin como lugar de convivência, não como cenário para uma foto. Caminhe, escolha uma mesa e deixe a tarde aberta. Melhor hora: fim da tarde; nos dias agradáveis, a região tende a ficar mais animada.
Passar pelo Marché d’Aligre com intenção de comprar algo pequeno. Frutas, queijos e produtos de padaria tornam a visita mais interessante do que apenas atravessar as bancas. Melhor hora: de manhã, em um dia de funcionamento do mercado. Confirme os horários atualizados.
Quanto custa uma semana em Paris saindo de Guarulhos?
A passagem é a parte mais instável do orçamento. Em pesquisas consultadas para a rota Guarulhos–Paris, apareceram idas e voltas a partir de aproximadamente R$ 4.500, enquanto faixas típicas e vôos diretos podem custar mais. Sem as datas da viagem, uma reserva prudente é de R$ 4.500 a R$ 7.500 por pessoa. Bagagem, duração da conexão e aeroportos de chegada mudam bastante o valor final.
Para transformar os gastos em euros numa conta compreensível, usei R$ 6,30 por euro apenas como câmbio de planejamento, não como cotação atual nem previsão. Antes de comprar, refaça os números com o câmbio e as tarifas que efetivamente encontrar.
| Categoria | Premissa para 7 dias e 6 noites | Estimativa por pessoa |
| Vôos | Ida e volta GRU–Paris, classe econômica | R$ 4.500 a R$ 7.500 |
| Hotel | Seis noites, cerca de € 120 a € 190 por noite | R$ 4.536 a R$ 7.182 |
| Comida | Cerca de € 55 a € 85 por dia | R$ 2.426 a R$ 3.749 |
| Transporte | Aeroportos e deslocamentos urbanos | R$ 284 a R$ 441 |
| Atividades | Seleção de museus e atrações pagas | R$ 693 a R$ 1.197 |
| Total estimado | Uma pessoa, quarto privativo | R$ 12.439 a R$ 20.069 |
São valores arredondados. Não incluem seguro-viagem, compras, eventuais taxas cobradas à parte na hospedagem nem o deslocamento até Guarulhos. A faixa de comida também não comporta jantar elaborado todos os dias: para seguir perto do limite inferior, alterne bistrôs com padarias, refeições simples e menus de almoço.
No transporte, há uma referência mais firme: a Île-de-France Mobilités informa € 2,55 para o bilhete unitário de metrô/trem/RER e € 14 para o bilhete ferroviário entre Paris e os aeroportos atendidos, nas tarifas de 2026. Duas viagens de aeroporto já somam € 28; o restante da previsão cobre alguns trajetos urbanos. Antes de comprar um passe, compare-o com a quantidade de viagens que você realmente fará. Neste roteiro por bairros, caminhar pouco entre cada parada não significa pegar metrô a cada esquina.
Dois jeitos de economizar em cada categoria
Vôos. Primeiro, compare ida e volta por Charles de Gaulle e Orly, sempre olhando o preço com bagagem. Segundo, aceite uma conexão apenas se a diferença compensar o tempo de viagem. Uma passagem ligeiramente mais barata pode consumir quase um dia que você pretendia passar em Paris.
Hotel. Primeiro, procure hospedagem perto de uma estação útil, não necessariamente ao lado da Torre Eiffel: a economia por noite pode ser relevante sem complicar o roteiro. Segundo, compare o custo total das seis noites, incluindo taxas e política de cancelamento. A tarifa anunciada isoladamente pode enganar.
Comida. Primeiro, faça a refeição mais caprichada no almoço quando houver um menu interessante, deixando o jantar mais leve. Segundo, use padarias e mercados para alguns cafés da manhã ou almoços; isso libera orçamento para dois ou três restaurantes que você queira muito conhecer.
Transporte. Primeiro, agrupe visitas por bairro, como nos sete dias acima, e evite cruzar Paris repetidamente. Segundo, calcule os bilhetes avulsos antes de adquirir um passe turístico: para quem faz poucos deslocamentos urbanos por dia, ele pode não compensar.
Atividades. Primeiro, reserve as atrações pagas que são prioridade e misture-as com jardins, ruas e passagens de acesso livre. Segundo, escolha o que quer ver dentro dos grandes museus antes da visita. Não reduz necessariamente o preço do ingresso, mas evita pagar por uma experiência feita às pressas ou comprar outra atividade para “compensar” um dia mal planejado.
Fontes para conferir tarifas e reservas: Île-de-France Mobilités, tarifas de 2026, busca de vôos GRU–Paris no KAYAK e ofertas da TAP para Paris. Para museus, restaurantes e mercado, confirme horários, preços e necessidade de reserva nos canais oficiais quando souber as datas.
A escolha que mais altera esta viagem talvez não seja entre dois museus ou dois restaurantes. É decidir quanto espaço deixar entre eles. Em Paris, esse intervalo pode acabar sendo o melhor momento do dia.
Paris na primeira viagem: um roteiro visual de 7 dias que reúne os clássicos, bairros gostosos de explorar e pausas sem atravessar a cidade a pé.
Paris em 7 dias, vista por bairros
A lógica do roteiro: uma região principal por dia. As setas indicam a ordem dos passeios, não um convite para fazer tudo correndo. Dentro de cada região, os deslocamentos sugeridos ficam, em geral, abaixo de 30 minutos de caminhada; para mudar de bairro, use metrô ou ônibus.
| Dia | Manhã: conhecer | Tarde: desacelerar | Noite: jantar |
| 1 | Île de la Cité → exterior de Notre-Dame → Sainte-Chapelle | Margens do Sena → livrarias e cafés do Quartier Latin | Bistrô no Quartier Latin |
| 2 | Louvre, com visita selecionada de 2 a 3 horas | Jardin des Tuileries → pausa perto do Palais-Royal | Restaurante na região da rue Montorgueil, de metrô |
| 3 | Trocadéro → Torre Eiffel | Champ de Mars ou jardins próximos, sem programação rígida | Jantar na rue Cler ou arredores |
| 4 | Montmartre → Sacré-Cœur → ruas laterais da colina | Café demorado em Montmartre; desça de funicular ou transporte se cansar | Bistrô em Abbesses |
| 5 | Le Marais → Place des Vosges | Lojas pequenas, galerias e pausa na praça | Jantar no próprio Marais |
| 6 | Musée d’Orsay → margem esquerda do Sena | Jardim de Luxemburgo, indo de transporte | Restaurante em Saint-Germain-des-Prés |
| 7 | Canal Saint-Martin → ruas do bairro | Piquenique junto ao canal ou passeio sem horário marcado | Último jantar na região de République |
Como ler o trajeto
DIAS 1–2 Centro histórico + Louvre
↓ metrô
DIA 3 Torre Eiffel
↓ metrô
DIA 4 Montmartre
↓ metrô
DIA 5 Le Marais
↓ metrô
DIA 6 Orsay + margem esquerda
↓ metrô
DIA 7 Canal Saint-Martin
Três escolhas que fazem diferença na prática: reserve Louvre, Sainte-Chapelle e Torre Eiffel antes de viajar; não marque dois museus grandes no mesmo dia; e deixe uma tarde leve depois de Montmartre, onde as ladeiras pesam mais do que o mapa sugere.
Para comer sem transformar cada refeição em uma busca, procure uma boulangerie para café da manhã e almoço rápido, peça um plat du jour quando quiser sentar à mesa e deixe os jantares perto da região visitada. No Marais, vale provar um falafel; em um bistrô, pratos como boeuf bourguignon ou confit de canard são boas referências da cozinha francesa. Menus, horários e reservas mudam, então escolha o restaurante específico mais perto da viagem.
