10 Maiores Erros dos Viajantes em Roma

Roma. Ah, Roma. O nome sozinho já evoca imagens, sabores, cheiros. Ruas de paralelepípedos que testemunharam milênios, a luz dourada do fim de tarde batendo nas fachadas antigas, o burburinho constante de vozes em italiano (e em todas as outras línguas do mundo). É uma cidade que respira história e vida ao mesmo tempo, um caldeirão de beleza e caos que, de alguma forma, funciona. E funciona tão bem que a gente sonha em voltar antes mesmo de ter ido.

Foto de Paolo Bici: https://www.pexels.com/pt-br/foto/vista-panoramica-de-roma-com-o-coliseu-ao-fundo-32199907/

Eu já perdi a conta de quantas vezes a “cidade eterna” me chamou. Cada visita, uma descoberta nova, um prato diferente, uma ruína que eu não tinha notado antes. Mas, como em todo bom romance, a paixão pode vir com alguns pequenos percalços. Roma é generosa com seus encantos, mas também pode ser um tanto traiçoeira para quem não conhece os seus jeitos. E, como um bom consultor de viagens que já cometeu alguns desses “pecados” ou viu muita gente cometer, meu papel aqui é te dar a letra. Aqueles toques que transformam uma boa viagem em uma experiência inesquecível, sem os perrengues que podem azedar o passeio.

Pense nisso como um manual de sobrevivência, um “guia de campo” para o seu coração romano. Não para te assustar, muito pelo contrário. É para te libertar das preocupações menores e te deixar livre para se jogar de cabeça nessa cidade que é um espetáculo em si. Deixe-me te contar sobre 10 escorregadas que vi acontecerem e que você pode, e deve, evitar para aproveitar cada segundo dessa maravilha.

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1. Escolher o hotel no lugar errado: a localização é tudo, mas a caminhada é mais

Começamos pelo básico. Você está empolgado, encontrou uma oferta de pacote que incluía hotel e passagens por um preço que parecia irrecusável. A foto do quarto era linda, a cama parecia um convite ao sono dos deuses. Mas e a localização? Muitas vezes, esses pacotes promocionais te jogam para hotéis mais distantes do centro e das principais atrações. E aí, meu amigo, o que você economizou na diária, vai gastar em tempo (e paciência) no transporte público.

Roma é feita para ser explorada a pé. Não me canso de repetir isso. O melhor de Roma está nas ruelas que se abrem, nos becos que te levam a uma piazzetta inesperada, nas vistas que surgem depois de uma curva. Se o seu hotel fica a 40 minutos de ônibus do Coliseu, ou a 30 minutos de metrô da Piazza Navona, você vai passar boa parte do seu dia dentro de um veículo, perdendo a essência da cidade.

Minha regra pessoal é simples: tente ficar a no máximo 20 minutos de caminhada de um ponto central, como o Largo di Torre Argentina. Dali, você consegue se desdobrar para quase todos os lados históricos sem grandes dramas. Estar bem localizado não significa, necessariamente, gastar uma fortuna. Significa pesquisar, ler avaliações (não só do hotel, mas da área ao redor) e entender que o “tempo de locomoção” é um custo real da sua viagem. A experiência de sair a pé do hotel e já se ver no meio do burburinho, a poucos quarteirões de uma das suas atrações favoritas, é impagável. Eu já caí na besteira de ficar em um hotel mais afastado uma vez, achando que as conexões de ônibus eram maravilhosas. Não eram. O cansaço no fim do dia era diferente, e a vontade de simplesmente “ficar” no hotel era maior. Desde então, a caminhada é meu critério número um.


2. Cair na cilada da comida “pega-turista”: o barato que sai caro (e ruim)

Você está faminto depois de horas caminhando sob o sol romano. Vê um restaurante com a toalha xadrez vermelha e branca, um cardápio com fotos plastificadas (já um alerta!) e uma moça na porta te convidando com um sorriso exagerado. Você entra, pede o clássico Cacio e Pepe, e vem um prato insosso, caríssimo, que não lembra em nada o que você sonhou em comer na Itália.

Isso é uma cilada. E acontece com frequência. A tentação de entrar no primeiro lugar que aparecer, especialmente quando a fome aperta e a fila do restaurante que você pesquisou está gigantesca, é grande. Mas em Roma, a comida é uma instituição sagrada. E comer mal é quase um sacrilégio.

Minha dica de ouro, e isso é quase um mantra pra mim: sempre, sempre, sempre, confira as avaliações online antes de entrar em um restaurante. Google Maps, TripAdvisor, o que for. Não precisa ser um lugar 5 estrelas que vai te custar os olhos da cara. Existem trattorias e osterias maravilhosas com 4 estrelas e meia, ou 4 estrelas, que servem comida autêntica e deliciosa por um preço justo. Fique de olho nos comentários sobre a qualidade da comida, o atendimento e o preço.

E tem um segredinho que aprendi com os próprios romanos: se um restaurante fecha aos domingos, as chances de ser bom são enormes. Por quê? Porque geralmente são lugares familiares, que priorizam a vida dos donos e funcionários, e não estão ali apenas para arrancar dinheiro dos turistas. Os melhores lugares que eu conheço em Roma seguem essa regra. Eles têm seus clientes fiéis durante a semana e merecem o descanso no domingo. Não é uma regra infalível, claro, mas é um ótimo filtro. Não se conforme com comida ruim em Roma; a cidade tem muito a oferecer.


3. Subestimar a necessidade de sapatos confortáveis: seus pés são seu transporte

Esse é um erro que eu vejo a cada esquina, e que sinceramente me dá um nó na garganta de compaixão. Turistas com os pés cheios de bolhas, sentados em bancos ou escadarias, olhando para o nada com uma expressão de derrota. Roma é uma cidade que se explora a pé. E quando eu digo “a pé”, não é uma caminhadinha de 3 km. Prepare-se para caminhar 15 mil, 20 mil, até 25 mil passos por dia, fácil.

Não adianta vir com o tênis novo, lindo e recém-comprado achando que ele vai te salvar. Ele não vai. Ele vai te dar bolhas, calos e dores que vão transformar seus dias em uma tortura. A regra aqui é clara: use sapatos confortáveis e, mais importante, já amaciados e conhecidos pelos seus pés. Se você tem aquele tênis de caminhada que já te acompanhou em mil aventuras e nunca te deixou na mão, esse é o sapato para Roma.

Eu costumo levar dois pares de sapatos confortáveis e amaciados, para poder revezar. Se um molhar ou cansar, tenho outro à disposição. E meias confortáveis, sem costuras que possam irritar. Pode parecer um detalhe pequeno, mas o conforto dos seus pés pode definir se você vai curtir um dia inteiro explorando o Fórum Romano ou se vai ter que voltar para o hotel ao meio-dia, com os pés em chamas, lamentando a cada passo. Não seja essa pessoa. Seus pés são seu melhor guia em Roma. Cuide bem deles.


4. Dar mole para os batedores de carteira: atenção é a melhor prevenção

Roma é uma cidade grande, vibrante e, como toda metrópole turística, atrai também os espertinhos. Os batedores de carteira são uma realidade, mas não se desespere. A cidade é, no geral, muito segura – não se ouve falar de assaltos com violência ou coisas do tipo. O que acontece são furtos, e eles são oportunistas. Você está distraído, admirando uma obra de arte ou tirando uma foto, e sua carteira ou celular desaparece.

Eu já fui vítima duas vezes, e posso te dizer: não é legal. Por mais que a polícia seja atenciosa, o transtorno de perder documentos, cartões e o tempo da sua viagem para resolver isso é algo que você quer evitar a todo custo.

A melhor defesa aqui é a prevenção e a atenção.

  • Deixe o passaporte no hotel. Leve uma cópia plastificada e uma foto no celular. O original, guardado no cofre do hotel, é muito mais seguro.
  • Evite carregar a carteira com todos os seus cartões e muito dinheiro. Leve o suficiente para o dia, um cartão e, se possível, coloque em um bolso frontal ou em uma doleira discreta por baixo da roupa.
  • Mochilas nas costas em locais muito cheios? Risco grande. Se precisar usá-la, use na frente, ou coloque um cadeado pequeno nos zíperes.
  • Nos metrôs e ônibus lotados, fique super atento. É o lugar preferido deles.
  • Distração é o inimigo. Evite deixar o celular dando sopa na mesa da cafeteria, ou a bolsa aberta.

Parece óbvio, mas na empolgação da viagem, a gente se distrai fácil. Seja esperto, mas não paranoico. Roma é linda e segura em sua maioria, mas os batedores de carteira são parte do cenário urbano. A sua atenção e pequenas precauções podem evitar uma baita dor de cabeça e preservar a tranquilidade da sua viagem.


5. Deixar a bagagem desacompanhada em trens e estações: o golpe da mala

Esse é um golpe mais específico, mas que quando acontece, é devastador. Imagine que você está no trem, a caminho de Florença depois de alguns dias em Roma. O trem para em uma estação intermediária na própria cidade, talvez Tiburtina ou outra, para pegar mais passageiros. Você, tranquilo, está no seu assento, com a mala grande guardada no bagageiro perto da porta, ou no espaço entre os assentos. Um ladrão entra, se senta perto da sua mala, talvez finja mexer na própria. Na próxima parada, geralmente rápida, ele desce, pegando a sua mala junto com a dele. Você só vai perceber que foi roubado quando chegar no seu destino.

O impacto disso? Perder tudo. Roupas, souvenirs, às vezes documentos e objetos de valor que não deveriam estar na mala. É um “trip killer”, como dizem. Transforma a viagem em uma saga de delegacia, consulado e compras de emergência.

A solução é simples, mas exige disciplina: nunca perca a sua bagagem de vista nos trens. Se for uma mala grande, coloque-a no bagageiro superior, ou use um cadeado pequeno para prendê-la a alguma estrutura fixa do trem (eu sei, parece exagero, mas é uma prevenção). Se ela estiver no chão ou em um bagageiro comum, fique de olho, especialmente nas paradas. Não durma no ponto, não se distraia demais. Quando viajei de trem pela primeira vez na Itália, eu era bem ingênua. Deixei a mala no bagageiro, li um livro e só olhava para ela de vez em quando. Hoje em dia, eu a manteria onde eu pudesse ver sempre, ou a prenderia. É um detalhe que faz toda a diferença entre uma viagem tranquila e um pesadelo logístico.


6. Usar o transporte público sem validar o bilhete: a multa que dói no bolso

O transporte público em Roma (ônibus, metrô, bonde) é uma mão na roda para distâncias maiores, especialmente se seu hotel não fica tão central ou se você quer chegar a um bairro específico. Mas há uma regra de ouro, muitas vezes ignorada pelos turistas (e às vezes, até pelos próprios romanos distraídos): você precisa validar seu bilhete.

Não basta comprar o bilhete em uma tabacaria ou máquina automática. Ao entrar no ônibus ou bonde, ou antes de acessar a plataforma do metrô, você precisa inseri-lo em uma das máquinas validadoras (geralmente amarelas ou verdes) que carimbam a data e hora do uso. Se você não fizer isso, mesmo tendo um bilhete válido, ele é considerado não validado, e você está sujeito a uma multa salgada, que pode chegar a quase 100 euros. E sim, os fiscais pegam turistas, sem dó nem piedade.

Eu já vi uma cena lamentável no metrô. Um casal de idosos, claramente turista, com o bilhete em mãos, mas não validado. A fiscal, irredutível, aplicou a multa. Eles não falavam italiano, a situação ficou constrangedora e triste. É um pequeno gesto que leva dois segundos e te poupa de um constrangimento enorme e de um rombo no orçamento da viagem. Não dê essa chance ao azar. Compre, valide e viaje tranquilo.


7. Cair nas filas intermináveis: tempo é dinheiro (e férias!)

Roma é uma atração turística gigante. E onde tem atração gigante, tem fila gigante. É quase uma lei universal. Mas o que muitos turistas não sabem é que, com um pouco de estratégia, você consegue cortar a maioria dessas filas e aproveitar seu tempo precioso de férias. Não há nada mais frustrante do que passar horas em uma fila para entrar em um lugar que você sonhou em visitar.

Vamos a alguns exemplos clássicos:

  • Basílica de São Pedro: A entrada é gratuita, mas a fila para a segurança pode levar de 2 a 3 horas nos horários de pico. A solução? Vá logo que abre, às 7h da manhã. Você vai passar pela segurança em minutos e terá a Basílica praticamente para você. Ou vá no fim da tarde, depois das 16h, quando as multidões começam a dispersar.
  • Fórum Romano e Palatino: Muita gente entra pela bilheteria principal perto do Coliseu. Essa fila é terrível. Mas existem outras entradas, como a do Largo della Salara (perto da Via dei Fori Imperiali, um pouco mais adiante do Coliseu) ou a do Monte Palatino, que costumam ter filas muito menores, às vezes quase inexistentes. Se você já tem ingresso comprado online (e deveria!), essas entradas alternativas são um paraíso.
  • Fontana di Trevi: A partir das 9h da manhã até as 21h, a Fontana di Trevi agora tem um controle de fluxo para evitar o caos absoluto. Isso significa que você terá que enfrentar uma fila para chegar mais perto e jogar a moedinha. A dica? Vá antes das 9h ou depois das 21h. Você vai se surpreender com a atmosfera mais tranquila e com a possibilidade de apreciar a beleza da fonte sem ter que brigar por um espaço.

Sempre que puder, compre seus ingressos online e com antecedência. Não só garante sua entrada, mas muitas vezes te coloca em uma fila preferencial. Seu tempo de férias é valioso demais para ser gasto esperando em filas.


8. Cair em golpes de táxi e transporte irregular: o “taxista” espertinho

Você acabou de desembarcar na estação Termini, exausto e talvez um pouco confuso. De repente, um sujeito se aproxima, sorridente, perguntando se você precisa de um táxi. Ele te leva a um carro que parece um táxi comum, mas não tem taxímetro visível ou é um carro preto sem identificação clara. Você entra e, ao chegar no destino, ele te cobra três ou quatro vezes o valor normal.

Isso é um golpe comum. E não é que o táxi seja ilegal, mas são carros de “serviço privado” que se aproveitam do turista desavisado.

Como evitar:

  • Táxis oficiais em Roma são brancos. Têm uma placa de “TAXI” no teto e o número da licença nas laterais e dentro do carro.
  • Sempre entre em táxis nos pontos oficiais. Na Termini, ignore os “pegadores de passageiros” dentro da estação e vá para o ponto de táxi sinalizado do lado de fora.
  • Ao entrar, certifique-se de que o taxímetro está ligado. Se o motorista tentar negociar um preço fechado, insista no taxímetro ou desça do carro. Muitos motoristas tentam “esquecer” de ligar o aparelho para depois inventar um valor.
  • Use aplicativos de táxi, como o Free Now. Ele funciona muito bem em Roma. Você coloca seu destino, vê a estimativa de preço e pode pagar pelo aplicativo, o que te dá mais segurança e transparência.

Eu já presenciei discussões acaloradas entre turistas e motoristas por conta de valores abusivos. É uma cena que pode estragar o final do seu dia. Seja firme, conheça as regras e não tenha medo de exigir seus direitos ou de simplesmente pegar outro táxi se algo parecer errado.


9. Tentar “vencer” o calor do verão sem estratégia: o sol não perdoa

Se você viaja para Roma no verão (junho, julho, agosto), prepare-se. O calor pode ser intenso, e o sol, inclemente. Tentar seguir o ritmo de “turismo normal” das 9h às 17h, sob o sol rachando, é receita para exaustão, insolação e mau humor. Roma sob 35-40 graus Celsius com alta umidade não é nada charmosa quando você está suando em bicas e com a cabeça latejando.

A solução é adaptar seu ritmo ao ritmo romano. Eles sabem como lidar com o calor há séculos.

  • Acorde cedo. É o melhor horário para visitar as atrações mais concorridas. Saia às 6h ou 7h, quando a temperatura é mais amena e as ruas estão mais vazias.
  • Almoce e descanse no meio do dia. Por volta das 11h-12h, o sol começa a apertar. É a hora perfeita para ir para um restaurante com ar-condicionado, fazer uma refeição tranquila e depois voltar para o hotel para um bom descanso (a famosa “siesta”).
  • Reapareça no fim da tarde. Por volta das 16h-17h, o calor começa a dar uma trégua e a cidade ganha uma nova vida. As luzes ficam lindas, as pessoas saem para as praças. É o momento ideal para passeios, jantares e aquela caminhada noturna mágica.

Eu lembro de uma vez que ignorei essa regra, tentando “aproveitar cada segundo” do dia. Fui visitar o Coliseu ao meio-dia em julho. O calor dentro da arena, sem sombra, era insuportável. Minha cabeça girava, a água não parecia resolver, e a experiência foi mil vezes menos agradável do que deveria ter sido. Desde então, no verão, eu me rendo ao ritmo solar. É o jeito mais inteligente de aproveitar Roma sem derreter.


10. Dirigir um carro no centro de Roma: uma ideia que parece boa, mas não é

Às vezes, a gente vê um carro e pensa: “Ah, com um carro eu terei liberdade para ir onde quiser!” Se você pensa em dirigir dentro da cidade de Roma, esqueça. Simplesmente não faça isso. A menos que você seja um taxista romano, experiente em desviar de Vespas em milésimos de segundo e acostumado a ruas estreitas e regras de trânsito que parecem opcionais, dirigir em Roma é um pesadelo.

E não é só a loucura do trânsito. Pense nas ZTLs (Zonas a Traffico Limitato): áreas do centro histórico onde a circulação de carros é restrita a horários específicos ou a veículos autorizados. Se você entra nessas zonas sem permissão, as câmeras te pegam, e você vai receber multas altíssimas em casa meses depois da sua viagem.
Para completar o desastre, estacionar em Roma é uma odisseia. Vagas gratuitas são uma lenda urbana. Vagas pagas são caríssimas e difíceis de encontrar. Garagens? Mais caras ainda. Você vai gastar tempo, dinheiro e uma boa dose da sua sanidade procurando um lugar para deixar o carro.

A única situação em que ter um carro na Itália faz sentido é se você for usá-lo para fazer passeios de bate e volta para a Toscana, Úmbria ou outras regiões. Mesmo assim, pegue o carro na saída de Roma ou já no aeroporto e evite entrar na cidade com ele. Dentro de Roma, confie no transporte público, nos táxis, mas acima de tudo, confie nas suas pernas. Elas serão seus melhores amigos.

Roma é uma cidade para ser vivida com todos os sentidos, para ser sentida na pele, para se perder e se reencontrar. E com essas pequenas precauções, você não vai apenas visitar Roma, você vai experienciar Roma em sua plenitude, com a tranquilidade de quem sabe que está fazendo as coisas do jeito certo. Sem perrengues desnecessários, sem frustrações que poderiam ter sido evitadas. A cidade eterna te espera, e merece ser desfrutada sem preocupações. Boa viagem!

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